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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Notícia - 20 imagens x 20 segundos

PechaKucha vem do japonês ao “som da conversa” e traduz uma iniciativa com o objectivo de “celebrar a criatividade”.

A 1ª edição PechaKucha Night Coimbra 
teve casa cheia
(Foto: Rui Velindro)
Coimbra recebeu no passado sábado,dia 15,a iniciativa PechaKucha Night que se realizou no Centro Cultural D. Dinis.
A PechaKucha Night foi criada em 2003,em Tóquio, por um estúdio de arquitectos com o objectivo de reunir uma comunidade criativa onde vários profissionais, essencialmente arquitectos e designers,apresentam os seus traballhos. Segundo Dominika Gorecka, organizadora do PechaKucha Night Coimbra,a intenção principal é “criar uma rede social mas física”.
A característica do PechaKucha é o seu formato fixo de apresentação: vinte slides com a duração de vinte segundos cada um (20x20) ,sendo o tempo total da apresentação de seis minutos e quarenta segundos. Pretende-se com isto que as apresentações sejam concisas,práticas e heterogéneas.
O conceito do evento foi-se alargando e transformou-se em algo “multidisciplinar e transversal a várias áreas,sejam as pessoas arquitectas ou cozinheiras”. Para a designer e ilustradora,trata-se de um “evento democrático porque assistimos a apresentações de pessoas com nome formado ao lado de recém licenciados”.
O PechaKucha Nights alastrou-se por mais de duzentas e trinta cidades pelo mundo, sendo Coimbra a quarta cidade portuguesa a acolher o evento, seguida de Lisboa,Funchal e Porto.
No PechaKucha Night Coimbra estiveram presentes dezassete participantes,uns seleccionados e outros convidados, de várias áreas, desde a arquitectura à fotografia e passando pelo design gráfico e da comunicação, entre outras.
Quando questionada acerca da existência de apoios,Dominika refere que “monetários não houve, uma vez que se trata de algo que se consegue organizar sem grandes recursos”. No entanto, houve-os a nível logístico como a cedência de moopies (espaços publicitários) por parte da Câmara Municipal e de cadeiras pelo Turismo de Coimbra. A organizadora refere, também, algumas parcerias: APD-PPM, Associação Projecto e Desenvolvimento do Parque Patrimonial do Mondego,Impressões & Soluções, xDa (eXperimental Digital Atelier), D-Solution e Whisper Magazine.
As principais dificuldades verificaram-se na questão do espaço, pois algumas das opções iniciais não reuniam as características necessárias, tendo a escolha recaído sobre o Centro Cultural D. Dinis.
A 2ª edição acontecerá em Março na Semana Cultural da UC,no Mosteiro de Santa Clara a Velha, e em parceria com a PechaKucha Porto, com o Centro de Artes Plásticas de Coimbra e com o NUDA (Núcleo de estudantes do Departamento de Arquitectura).Para Setembro está prevista uma 3ª edição.

Patrícia Azevedo (grupo 1)

domingo, 23 de janeiro de 2011

A Escola da Noite




 Aquela que é a primeira companhia profissional de teatro de Coimbra, nem sempre foi residente no Teatro da Cerca de São Bernardo (TCSB). Isabel Campante, que  desde 1997 faz parte da direcção, diz com algum conforto,“agora já não andamos tanto com a casa às costas”. Teve o seu primeiro contacto com a companhia como espectadora do seu primeiro espectáculo. Começou a trabalhar como secretária, n’A Escola da Noite em 1994 e posteriormente acumulou funções de produção, comunicação, angariação de apoios e relações públicas.
  É interessante verificar o simbolismo desta companhia estar agora colocada como residente num teatro, onde anteriormente estava instalado o Tribunal do Santo Ofício, que teria colocado fim à representação teatral, no século XVIII.
  Desde 1992, quando começou a ser pensada e preparada,  em jeito de segredo, pelos corredores da Associação Académica de Coimbra, juntou pessoas como Manuel Guerra e António Augusto Barros, que tinham em comum serem gerações diferente do Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra (TEUC).
Com  a nomeação de Coimbra para a Capital do Teatro, e com a atribuição de um financiamento, verificaram-se reunidas as condições, quer a nível financeiro como por uma questão de visibilidade, para criação de um grupo profissional que, na palavras de Isabel Campante, “Há esta coisa de se sentir que tem sentido numa cidade com as características de Coimbra, existir uma companhia profissional de teatro.”
Foi em 1995, com Manuel Maria Carrilho como Ministro da Cultura, no âmbito das obras de requalificação do Pátio da Inquisição, que se deram os primeiros paços para um espaço próprio d’A Escola da Noite e para o  “resgate” ao carácter nómada d’A Escola da Noite, que já teria passado pelo TEUC, pelo Teatro Avenida, pelo Teatro Académico Gil Vicente  (TAGV), entre outros espaços.


A criação artística -  Uma maneira de fazer

Existe a “marca daquilo que é alma d’A Escola da Noite que é a criação Artística, que são os seus espectáculos.”, segundo a colaboradora.
Até o surgimento d’A Escola da Noite, o teatro conimbricense era composto por apresentações de peças teatrais esporádicas que duravam três ou quatro dias. Apartir da sua existência, passa a haver “a possibilidade de, durante um mês, se assim quiserem, ir ao Teatro”, como refere Isabel Campante.
A Escola da Noite assume-se como uma importante estrutura do teatro na cidade dos estudantes. Em conjunto com outros grupos teatrais, como a Marionete, a Kamaleão e o Teatrão, mostram a criação extra-académica.
A nível da criação artística, quem a acompanha desde sempre poderá aperceber-se que o seu vasto repertório assume um cariz vincado.
Começaram as suas apresentações, com autores hispânicos, exibindo a peça “Amado monstruo” de Javier Tomeo, um relato dialogado de uma entrevista de emprego.
 Trabalham desde autores clássicos a contemporâneos e, no universo da língua portuguesa, interpretaram desde portugueses a brasileiros e angolanos. Assumem o seu gosto e predilecção pelo trabalho de Gil Vicente, que, nas palavras de Isabel Campante,“é um trabalho reconhecido tanto pelo público, como pela crítica e pelos académicos. É muitas vezes no palco, com os jogos do autor, que é permitida a sua descodificação” pelo público. Diz ser um “trabalho de arqueologia” vicentina.
Isabel Campante revela que “há um pouco este pacto de surpreender as pessoas”, característico da sua antiga condição nómada. Também daí advém o especial gosto em trabalhar textos não-dramáticos, pois a “ escolha dos textos é uma pequena provocação”, como as reflexões de Kafka, em que existe um esforço para entender e depois então apresentar ao público.
A Escola da Noite actua em convergência com outras entidades ligadas às artes performativas, como a Cena Lusófona, com quem tem parcerias no trabalho da Lusofonia e intercâmbio teatral com actores oriundos dos PALOP, por exemplo.
Para este ano, estão integrados na Semana Cultural de Coimbra, cujo tema será “Reinventar a cidade”.  Assim, estão responsáveis pela programação e condução de tudo o que for externo à Universidade de Coimbra.
Perante a crise que o país atravessa, Isabel Campante conclui que “são tempos assustadores, do ponto de vista interno e do ponto de vista do que se vai fazer”. No entanto, acredita que em tempos de menos bons “as pessoas procurem este tipo de entretenimento para se afastar do pessimismo”.
A Escola da Noite é, portanto, uma excelente anfitriã para quem deseja passar um serão na companhia do teatro e daqueles que lhe dão vida, assumindo-o como o seu próprio modo de viver. 

                                                                                                                     Cristina Freitas
Fontes:
-   Isabel Campante, d'A Escola da Noite.
- www.aescoladanoite.pt - Site oficial da companhia 
Foto: www.aescoladanoite.pt



quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Uma mão lava a outra




A relação entre as fontes e os jornalistas é um tema cada vez mais discutido e controverso dentro e fora do meio noticioso. Perante o negativismo que cada vez mais caracteriza os orgãos de comunicação social, e a falta de educação para os media, é cada vez mais necessário desvendar e colocar “em pratos limpos” a troca de informação, a selecção e  mediatismo que ocorre entre os que fornecem a informação, as fontes, e os que a tratam e disponibilizam-na  para o público, a comunicação social. A legitimidade do jornalista para transmitir certas informações é tantas vezes questionada  como a própria intenção da fonte ao fornecer os dados.
Metafóricamente, o jornalista será o viciado e a fonte o seu traficante? Ou vice-versa? Parece ser esta a visão que hoje em dia existe deste relacionamento que, na realidade, não deixa qualquer uma das partes em desvantagem, pois tanta é a procura de informação, como a sua oferta, num mundo de lutas de interesses e poder. Então, o que noticiar? O mau, que dá audiências e leitores, ou o bem, que é economicamente menos vantajoso para as empresas que detêm os orgãos de comunicação social, mas que também merece chegar às consciências de cada um de nós? Sejamos sinceros, hoje em dia o comando pára de fazer “zapping” na primeira tragédia que encontrar.


A propósito deste contexto, a relação estabelecida entre os meios de comunicação organizacional e as organizações não-governamentais (ONG’s) foi um dos temas debatidos na cerimónia final do Prémio Nacional de Jornalismo Universitário(PNJU). Algumas organizações convidadas, como a Abraço, a Assistência Médica Internacional (AMI), e a Cáritas pronunciaram-se sobre a sua ligação com os meios de comunicação social.
Existem questões, factos e problemáticas francamente pertinentes e merecedoras de algum debate e reflexão.
Nos dias que decorrem, existe uma relação de mútua dependência entre as organizações de solidariedade social e os meios de comunicação social, embora seja o papel dos media que mais transparece, para bem e para mal. A efemeridade das notícias e a corrida à “cacha” tornam o meio noticioso viciado nas relações com as fontes, entre elas as ONG’s. Por sua vez, estas entidades necessitam do eco dado pelos media para difundir as suas acções e conseguirem a amplitude de que realmente necessitam para chegar às pessoas e satisfazer as necessidades das causas que defendem. Nas palavras de Fernando Nobre, presidente da AMI, “ a AMI precisa da comunicação social para divulgar os seus actos. Por outro lado estes orgãos de comunicação aproveitam-se destas mesmas acções para estarem no local do acontecimento em tempo quase real, como se verificou com a catástrofe do Haiti”.
Apesar desta troca de interesses, é também destacável o facto desta relação ser mantida através da manutenção do grau de confiança entre as ONG’s e os orgãos noticiosos. Ao longo do tempo, a reciprocidade de atenção e necessidade entre ambas as partes constrói uma ponte sólida , através da qual o fluxo informativo torna-se constante e quase imediato.
No entanto, as pequenas organizações de apoio social, como “A Voz do Amor”, que acolhe idosos, queixam-se de pouca atenção dada, pelos media, às suas causas, realçando o facto de apenas as más notícias e catástrofes conseguirem captar a atenção dos jornalistas e das agências de comunicação. Em relação a este problema, Filomena Barros, sub-editora da Rádio Renascença afirma ser necessário que estas organizações, com menor destaque, mas não menos importância, na sociedade, empenhem-se mais para comunicar com os orgãos de comunicação social de modo a permancerem na agenda mediática porque, de facto, são demasiados os pedidos de atenção para todo um vasto leque de problemas que requerem a atenção de todos nós.
A realidade actual é que as notícias com um teor negativo vendem mais e segundo uma das frases do meio jornalístico “Good News are no news”, partimos então do príncipio que os acontecimentos, como mortes em massa, e valores-notícia, como a amplitude e a relevância, subjugam a bondade e os cuidados prestados por quatro ou cinco voluntários numa pequena aldeia. A grande questão é, então, ceder à necessidade de lucrar ou mostrar aqueles que ainda conseguem ser pequenos heróis numa sociedade de vilões? Filomena Barros assume que nenhum jornalista, perante um código deontológico, defende a legitimidade desta realidade, embora garanta que nenhum editor hesitará em colocar as más notícias “em ar” antes, e durante mais tempo, do que as notícias que revelam atitudes bondosas. Ainda assim, Laurinda Alves, também ela jornalista, diz que cabe a cada profissional da informação defender e calibrar a realidade tendo um critério próprio para defender a legitimidade da sua peça, seja ela de cariz positivo ou negativo. Salienta ainda a importância da valorização de temas relacionados com os direitos humanos e cidadania, através da qualidade das peças jornalísticas e da necessidade de uma excelência em termos de prestação para que se altere o panorama jornalístico, genericamente negativista e espectacular.


Chegar a bom porto implica, então, equilibrar a atenção dada aos valores-notícia, respeitar o código deontológico e apostar num desempenho activo dos meios de comunicação social junto das organizações não-governamentais, evitando a inércia do ciclo fonte-jornalista, que deixa de parte muita da qualidade que o jornalismo genérico supõe, e torna insuficiente a atenção dada às causas nobres e positivas. Causas estas que também deverão ser transmitidas juntamente com o que de mal ocorre por todo o mundo.
As palavras de ordem para uma possível evolução parecem ser bom-senso, equilíbrio e entreajuda entre ONG’s, fontes oficiais, e a comunicação social porque cada um destes elementos é necessário para ajudar os que necessitam e informar os que podem prestar esse auxílio, respectivamente.
 O bem, mesmo que em doses mais pequenas, também existe e, talvez porque ao longo do caminho o jornalismo perdeu-se entre o que de pior há e acontece, construindo assim a terrível fama que tem hoje, também é necessário expor o bem aatravés de um esforço extra, quer das organizações que o practicam, quer dos jornalistas e repórteres que têm cada vez mais que valorizar o seu papel de educadores da sociedade.

Cristina Freitas


(Este texto foi redigido em 2009, mas pela sua matéria, que permite continuidade, achei oportuno publicá-lo)

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Novo ciclo de seminários traz Patrícia Dias da Silva a Coimbra

  No âmbito do seminário "Os media em Mutação: participação e colaboração nas plataformas digitais", Patrícia Dias da Silva, doutoranda no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa na Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC).

  Numa exposição do seu estudo, a investigadora começa por fazer referência  à actual utilização das redes sociais, quer pelo cidadão comum, como pelas empresas e instituições políticas.

  A conhecida WEB 2.0, diz ela, chega até nós trazendo novos conceitos como "crowdsourcing" (a recolha cinernáutica de conhecimentos colectivos e voluntários), o "slacktivism" (nome dado a uma forma de activismo frouxe e pouco activo, que passa muitas vezes por um simples "like" num vídeo sobre direitos humanos ou preservação do ambiente) e "collective intelligence" (inteligência colectiva nas tecnologias).

  Remetendo-nos para o núcleo do seu estudo, a plataforma Youtube, menciona o círculo sobre o qual esta actua, constituído pelo público em geral, as empresas públicas e privadas, as instituições políticas e os media.

  A tecnologia e a inovação são já meios para o poder político para fazer chegar aos cidadãos as suas ideias e projectos. Cada vez mais as empresas têm uma participação activa nesta plataforma, e noutras do mesmo género. Infelizmente, o padrão de utilização das novas tecnologias aplicado pelas entidades oficiais muitas vezes não permite a interactividade, no sentido em que o usuário comum deste tipo de redes sociais muitas vezes fica impossibilitado de comentar o material disposto online, ou quando o faz, não recebe resposta da parte responsável pelos conteúdos.

  Outra problemática abordada foi a questão dos direitos de autor, exemplificada com um vídeo (disponível em http://www.youtube.com/watch?v=kBO5dh9qrIQ), na medida em que também nestes meios aplicam-se leis e procedimentos, que na opinião da oradora, mereciam um reajustamento à realidade cibernáutica. Para aproveitar, ou contornar, estas situações, começam a estabelecer-se acordos e parcerias entre o YOUTUBE e empresas como a CNN, criando canais com conteúdos exclusivos destas (i.e CNNInternational no Youtube), para a divulgação legal dos seus vídeos. 

  No que concerne os media, aproveitam estes meios e redes virtuais para a criação de sinergias que visam uma maior circulação de informação, a velocidades impensáveis noutros tempos. Contudo, Patrícia Silva aponta para dois efeitos desta evolução, ou simples mudança, dos meios de comunicação social: o seu sucesso, em contextos governativos autoritários, e o seu retrocesso nas sociedades democráticas. À parte da censura, estas plataformas parecem ter efeitos mais positivos, como escapatória para a liberdade de expressão, em sistemas autoritários, enquanto que em sistemas democráticos assiste-se a uma sobre-informação que "esmaga" o utilizador.

  Em forma de balanço, a doutoranda afirma que na Web 2.0, como em tudo, tem que haver um equilíbrio entre a informação que é debitada e o próprio consumo que dela fazemos, tendo sempre em mente que é um meio aberto e, portanto, susceptível de incluir todo o tipo de conteúdos. A solução poderá ser então educar a população, em geral, para a utilização das novas tecnologias e soluções virtuais, e um consumo ponderado e sensato das matérias on-line.

Cristina Freitas -  grupo 1 

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Abate de plátanos no Parque da Cidade


Com a propagação da doença, todo o parque pode estar comprometido.
Plátano cortado na Avenida Emídio Navarro


Num relatório do Instituto de Agronomia de Lisboa, é proposto o abate imediado de quarenta árvores, junto à Avenida Emídio Navarro e ao Parque Dr. Manuel Braga, que se encontram afectadas por uma patologia vegetal grave.
Os primeiros casos de infecção foram detectados em Fevereiro, sendo que o corte de outros vinte e oito plátanos já ocorre desde Maio, com ordem do Tribunal de Coimbra que contempla apenas o abate de exemplares já mortos.
O estudo que apresenta estas conclusões só poderá ser reiniciado, para mais apuramentos, na próxima Primavera, com o início de um novo ciclo de crescimento vegetativo. Contudo, Massano Cardoso afirma que um crescente contágio irá prejudicar  e alterar por completo um dos parques mais emblemáticos de Coimbra.
Perante esta notícia, vários habitantes revelam o seu desagrado com a mudança de uma das maiores manchas verdes da cidade. Avançam ainda algumas sugestões de resolução deste problema como a plantação imediata de novas árvores e a busca de alternativas ao corte dos plátanos enfermos.






Visite a página Facebook sobre este assunto: 


domingo, 28 de novembro de 2010

Artigo de opinião relativamente à Internet

Artigo de opinião:  “Valorização e Desvalorização da Internet”

“Norbert Boltz, filósofo e professor alemão, especialista em comunicação, considera que a Internet favorece a aquisição superficial de conhecimentos e a desvalorização da reflexão.”

No útero da sociedade, a modernização tem sido o fruto de um vasto avanço tecnológico, na temática da comunicação. Atrevo-me a dizer que a  Internet é inelutável, pois toda a gente corre e abusa da Internet para esclarecer alguma duvida ou problema. A Internet acaba por ser o meio mais eficiente de circulação proporcionando uma auto-estrada onde fluxos informativos propagam-se através de inúmeras redes de computadores interligadas e em míseros segundos informações são dadas ao utilizador por intermédio dos “search sites”. Neste contexto e aludindo a ideia fulcral do autor, toda esta facilidade contribui com pontos negativos, pois desvaloriza a capacidade de reflexão do indivíduo, que ao deparar-se com uma imensidade de informação de fácil acesso acaba por não adoptar um critério crítico do conteúdo, sujeitando-se assim a um estudo superficial sem a devida lucidez.
Posto isto, será que a Internet é assim tão vantajosa e benéfica no desenvolvimento psíquico do indivíduo sobretudo dos jovens?
O mundo em que vivemos transformou-se numa “aldeia global”, um lugar sem fronteiras, no qual os contactos entre regiões são cada vez mais rápidos, intensos e frequentes. Assim, tudo se tornou mais facilitado e com criação de redes sociais o nosso planeta evoluiu e mostrou que estar longe não é sinónimo de falta de informação. Certamente que segundo o exposto, a Internet é a personagem principal desta globalização,  que promove assim a chamada ‘’sociedade de informação’’, cuja existência remonta aos tempos de outrora ( por exemplo das descobertas cientificas do século XIX). Por estas razões e segundo a minha opinião é realmente vantajosa e necessária, no que toca à criação de trabalho. Por exemplo, através de um simples “clique” conseguimos a tempo real comunicar entre lugares distantes e por isso, traduz uma mudança de mentalidade das pessoas, com as novas formas de organização espacial, social e laboral.
No que diz respeito aos “malefícios” deste avanço tecnológico poucos os afirmam, contudo nem toda esta facilidade informativa é benigna. Na verdade, são muitos os inconvenientes que a Internet proporciona. Por um lado, o isolamento das pessoas, que muitas das vezes, ao confrontarem-se com esta teia de informação, vêm-se aliciadas ao comodismo perdendo-se assim hábitos tão tradicionais e sãos , como, actividades de lazer, desporto, convívos, etc. Enquanto por outro, é necessário um cuidado acrescido na análise de informação, perdendo-se assim, a essência tradicional e antiga  de estudar na biblioteca ou simplesmente folhear as páginas dos livros com cheiro a antigo. Posto isto, os livros são cada vez menos procurados pelos indivíduos, pois recorrem sempre à Net, como meio de solucionar todas as pesquisas . Deste modo, efectivamente, as pessoas sobretudo os mais novos , acabam por sofrer de falta de análise crítica desvalorizando-se os processos de interpretação e reflexão.
Segundo o meu ponto de vista, é triste perderem-se hábitos tradicionais de leitura que nos podem cultivar e satisfazer tanto ou mais que o vício da Internet pois é partir da reflexão que podemos evoluir culturalmente e psicologicamente.
Será então que a evolução se traduz em valorização???



Grupo 1 
Andreia Roberto

domingo, 31 de outubro de 2010

Vox Pop - O que diria a José Sócrates?

O Post de Pescada foi saber o que os portugueses diriam a José Sócrates se o encontrassem na rua.


Grupo 1:
Ana Serrano, Ana Sérvolo, Cristina Freitas, Patrícia Azevedo, Diana Felício, David Pimenta

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Seminário "Género e Informação" em Coimbra

O Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas (CENJOR) realiza em conjunto com a Comissão com a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) um seminário com o tema "Género e Informação" para jornalistas e equiparados com título profissional nos dias 26 e 27 de Outubro e 3 e 4 de Novembro com diferentes temas em cada dia, no Governo Civil do distrito de Coimbra.
O objectivo do seminário é ser um complemento para a formação dos jornalistas com interesse em áreas especializadas da actualidade informativa, em especial na igualdade de género, de forma a favorecer a capacidade dos jornalistas a produzir informação especializada de qualidade.
As inscrições deveram ser feitas até ao dia 23 de Outubro junto do CENJOR, através de uma ficha online ou através de um número de fax, sendo as inscrições limitadas e gratuitas.
Para mais informações consulte: http://cenjor.pt

Fonte de texto: http://cenjor.pt

Trabalho realizado por:
David Pimenta (Grupo 1) 

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Coimbra através dos tempos



Trabalho realizado por:
Ana Serrano
Ana Sérvolo
Cristina Freitas
David Pimenta
Diana Felício
Patrícia Azevedo