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sábado, 27 de novembro de 2010

Com ou sem papel

Estaremos à beira do início do fim dos jornais impressos? …e das revistas? …e dos livros?
Embora pertinentes, estas questões ainda não têm respostas concretas nos dias que correm.

Com o avançar da Internet e das novas tecnologias, tem se verificado o aumento do número de publicações de revistas e jornais exclusivamente on-line. Todos os jornais e grande parte das revistas têm a sua publicação na Internet, onde complementam os artigos da versão em papel com vídeos e imagens. Como a maior parte desses artigos estão à disponibilidade do internauta para fazer comentários, estamos na presença de uma nova forma de captar clientes, uma nova maneira de fazer jornalismo, pois existe uma interacção bastante grande entre quem publica e quem lê os artigos. 

A maioria das revistas e jornais tinham a secção dos leitores, pessoas que enviavam para lá os seus artigos ou que faziam comentários a artigos publicados, mas agora estamos perante uma verdadeira revolução noticiosa em que as noticias são constantemente actualizadas e complementadas ao longo do dia, não é necessário esperar pela publicação seguinte, seja no dia seguinte, ou na próxima semana. 
As vantagens em relação ao formato em papel de uma publicação on-line são bastantes, pode-se consultar onde e quando se quiser gratuitamente, existe uma interacção muito maior em relação à versão em papel, a edição on-line é constantemente actualizada e pode-se partilhar com amigos através do Facebook ou Twiter, como os custos de produção são menores (tinta, papel, etc.) não existem gastos com a distribuição. 

No entanto a experiência de leitura é completamente diferente da versão em papel para a versão digital, até mesmo com os últimos gritos tecnológicos (como os e-readers - por exemplo o iPad) a sensação não é a mesma que ler no papel. Os ecrãs de computador cansam os olhos, o conforto de virar as folhas, a forma da distribuição dos artigos e o hábito que já é antigo, de passar 30min a ler um jornal logo pela manhã a tomar um cafézinho, tornam a aceitação da leitura on-line algo mais comum nas camadas mais jovens.
O mesmo se passa com os livros (chamados de e-books), muitos escritores estão a publicar os seus livros em versão digital por diversas razões, muito semelhantes às dos jornais e revistas em cima referido, no entanto também não se pode dizer que é a mesma coisa, pois o tocar nas folhas de um livro em nada é comparável a tocar num pedaço de plástico.

Estamos portanto numa nova maneira de criar conteúdos sejam eles jornais, revistas ou livros. Penso que não será o fim dos formatos papel mas, este vem perdendo força para o formato digital e daqui por alguns anos estaremos cá para comentar isso mesmo, assim leremos!



Grupo 6
Pedro Miguel Simões

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Kanye West está de volta

O álbum sucessor de 808’s & Heartbreak representa um retorno às origens do rapper

Kanye West lançou ontem o seu quinto álbum de estúdio intitulado “My Beautiful Dark Twisted Fantasy.
O disco, que conta com colaborações de Rihanna, Jay-Z, Kid Cudi, John Legend, Alicia Keys, Elton John, Fergie, entre outros, é composto por 13 faixas e combina sons rock, R&B e claro de hip hop. 
Para a gravação de My Beautiful Dark Twisted Fantasy, que decorreu no Havai, a editora do rapper americano, Def Jam, desembolsou cerca de três milhões de dólares. 
A crítica tem aclamado o disco do autor de músicas como “Stronger” e “Love Lockdown”. A revista Rolling Stone atribuiu a classificação de 5/5, o site HipHopDX o nível de 4.5 em 5 e até o jornal “The New York Times" afirmou que o álbum é “extraordinário”. 
A Tour mundial de promoção do álbum, ainda não tem data marcada mas espera-se que seja anunciada brevemente.



Grupo 6
Milton Almeida

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Breves

Começou dia 14 e vai até dia 23 de Novembro o XVII Festival Caminhos de Cinema Português, no Teatro Académico de Gil Vicente, no Theatrix Coimbra e no Edifício da  Associação Académica de Coimbra, mais informações em Caminhos do Cinema Português.

Estudantes da Universidade de Coimbra vão manifestar-se hoje, dia 17 de Novembro em Lisboa, exigindo ao governo a revogação do decreto-lei 70/2010 para evitar que os estudantes saiam do sistema de acção social e do ensino Superior.



Grupo 6
Pedro Miguel Simões

Escola Superior de Educação de Coimbra sem som

Estudantes enfrentam dificuldades técnicas em estúdio

Nas aulas de Realização Televisiva Multicâmara ou no programa televisivo semanal da ESEC-TV, apresentado no espaço Universidades da RTP2, os alunos da ESEC e a equipa do programa lidam com vários problemas técnicos diariamente.
As complicações que mais afectam os académicos são provenientes de dois aparelhos simples e economicamente acessíveis, são eles, os pequenos microfones de lapela e os auscultadores utilizados nas câmaras, que carecem de substituição imediata por estarem constantemente a produzir ruídos, impossibilitando a sua consequente utilização.
Na passada segunda-feira, durante a aula, os alunos de Comunicação Social viram-se obrigados a cessar, por diversas vezes, os trabalhos que realizavam devido às dificuldades técnicas.
Após sucessivas tentativas para solucionar o ruído dos microfones, a única alternativa encontrada foi a utilização de microfones de mão, que não servem para a simulação prática que estava a ser realizada.
Além dos estudantes a própria ESEC-TV enfrenta o mesmo problema, pois é usado o mesmo material nas suas gravações semanais.
Recentemente devido à chuva, alunos detectaram um novo problema, a presença de infiltrações na cobertura do estúdio que ameaçam todo o material do estúdio.



Grupo 6
Marcelo Mariano

Tolerância zero

 A tolerância de ponte decretada pelo Governo, para o dia 19 de Novembro devido à Cimeira da Nato, não abrange os funcionários da Câmara de Lisboa.

 António Costa declarou num comunicado enviado aos trabalhadores, que o funcionamento normal da cidade é essencial. Na base da sua decisão, o presidente da câmara, assegura que o encerramento dos serviços implicaria graves prejuízos para os lisboetas e os seus visitantes. O comércio, assim como a restauração serão dos sectores mais beneficiados com esta conferência. São esperadas cerca de 5000 pessoas, entre delegações oficiais e jornalistas.

 No entanto, a deslocação dos funcionários da câmara, assim como outros trabalhadores não estará facilitada. A CP (Comboios de Portugal), já anunciou que por motivos de segurança, se prevêem fortes perturbações na circulação de comboios. 
 A TAP (Transportes Aéreos Portugueses) terá restrições no número de aterragens no aeroporto da Portela, e as fronteiras terrestres do país serão fechadas. 
 Para entrar em Portugal, o cidadão deve apresentar os seus documentos, relembrando tempos antes do acordo de Schengen que visa a livre circulação de pessoas no espaço geográfico da Europa. Portugal estará no foco da atenção mundial durante a cimeira da Nato. 


Grupo 6
Patrícia Correia

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Refeitório: O que pensam, alunos e funcionários da cantina?

Entrevista aos alunos que frequentam o refeitório com regularidade
Ao entrevistar os alunos que almoçam na cantina, foi nos revelado que a principal razão de a frequentar, é por residirem longe da faculdade e como tal não lhes compensar em termos de tempo e custos ir a casa, cozinhar e voltar para as aulas.

 “…considero que o preço é bom para a qualidade, e compensa-me muito porque não perco tempo a cozinhar...”

Quando interrogados sobre a qualidade das refeições os estudantes referem que esta é relativamente boa quando o preço é tido em conta (€2.40). Embora uma pequena parte discorde e afirme que o preço está um pouco alto para a qualidade apresentada, pois consideram-na como mediana. 
Questionados sobre a sua opinião quanto às instalações do refeitório, obtivemos uma resposta unânime -“…as instalações não são adequadas…”, “…falta espaço nas horas de maior afluência de alunos.”- Queixas que começam nas cadeiras e mesas que são estranhamente desproporcionais, umas demasiado baixas outras estranhamente altas, acabando no facto de nos dias de maior afluência os académicos não terem lugar imediatamente, por a cantina ser pequena para tantos alunos. 
Como última pergunta questionámos se ao existir outra cantina perto da ESEC, nomeadamente as Amarelas, qual frequentariam e porquê? 
Foi nos respondido por grande parte dos alunos, que preferencialmente frequentaria as cantinas Amarelas, por segundo eles a relação qualidade/preço ser superior. No entanto esta não foi uma resposta unânime já que muitos alunos alternariam entre um refeitório e o outro conforme a refeição do próprio dia, lhes agradasse mais.


Entrevista aos alunos que não frequentam o refeitório
Conversámos com outros estudantes, que não usam a cantina da ESEC para saber os seus motivos, e o motivo comum de grande parte, é residirem muito próximo da faculdade, possuindo tempo de ir a casa alimentar-se e voltar para as aulas. 
Os mesmos alunos acham a comida servida um pouco cara para o preço que tem e apontam ainda a falta de escolha de pratos, que a maioria considera que no mínimo deveria ser de três pratos.

“Para mim, a pouca qualidade ou mesmo falta dela é o maior defeito, dou o exemplo das cantinas de grelhados do polo2 da universidade, onde embora por um preço mais alto (€3.5) se tem uma qualidade comparável a um restaurante de categoria… ”

Fizemos-lhes a mesma pergunta final, caso a cantinas Amarelas fossem mais próxima será que eles a frequentariam?
Aqui as opiniões divergiram, no entanto uma boa parte afirmou que as frequentaria por considerar que o serviço prestado é bom quando comparado com o preço.
No entanto, houve outros estudantes a considerarem que no geral todas as cantinas, com excepção das de grelhados, têm uma qualidade baixa e como tal não são opção para o seu dia-a-dia, e só as frequentariam mesmo se não tivessem outras soluções.



Como não são apenas os alunos a ter uma opinião formada sobre as condições da cantina da ESEC, fomos falar com quem nelas trabalha diariamente: uma responsável e uma funcionária do refeitório contam-nos as suas as rotinas e as suas opiniões sobre as condições proporcionadas aos trabalhadores.


Entrevista a Ana Teresa (Responsável pela cantina)
Milton Almeida: Quantos funcionários trabalham na cantina da ESEC?
Ana Teresa: Estão aqui na cantina sete funcionários, sendo que um é cozinheiro.

MA: A que horas começam a trabalhar e a que horas acabam?
AT: Entramos às 8h da manhã e a maioria sai às 17h, no entanto fica uma senhora à noite que só sai às 21h porque, a cantina serve também jantares.

MA: Qual a rotina diária de um funcionário da cantina? Rodam entre si ou desempenham sempre as mesmas funções?
AT: Começamos por fazer a preparação dos pratos se estes não estiverem ainda prontos, porque normalmente ficam os preparativos feitos na véspera para que no dia seja só colocar ao lume e cozinhar. As funções rodam entre nós para que ninguém fique prejudicado.

MA: Quanto aos alimentos, qual a sua proveniência e qual rotina usada?
AT: Os alimentos provêem de uma estação de compras no Porto. Há um planeamento de 8 semanas, quando chega ao fim das 8 semanas volta ao inicio.

MA: A cantina está certificada?
AT: Sim a cantina está certificada pela APC.

MA: Entre quantos pratos podem os alunos escolher?
AT: Existe sempre dois pratos, um prato de carne e um prato de peixe. Ocasionalmente se houver grande afluência, pode haver rissóis ou outro prato definido na hora.

MA: Não existe opção vegetariana, mas caso um aluno pedisse o que fariam?
AT: É muito raro pedirem refeição vegetariana, mas se algum aluno a pedir com antecedência, tentaremos satisfazer o pedido.

MA: O que compõe uma refeição no refeitório? E qual o seu preço?
AT: A refeição é composta por sopa, pão, o prato de carne ou peixe, fruta ou doce. E água à descrição. O preço são 2.40€.

MA: Diariamente quantos pratos se servem nesta cantina? E qual a capacidade da cantina?
AT: Em média rondaram os 340 pratos ao almoço e aproximadamente são servidas entre 30 a 40 refeições ao jantar. O refeitório possui cerca de 150 lugares.

MA: Têm queixas por parte dos utilizadores da cantina?
AT: Não, não existem quaisquer queixas até hoje, o nosso livro de reclamações está em branco.

Entrevista a Elsa Borges (Funcionária da cantina)
Milton Almeida: Na sua opinião, existe satisfação por parte dos alunos, professores e funcionários?
Elsa Borges: Sim, tendo em conta a quantidade de refeições que servimos diariamente e como voltam sempre penso que existe satisfação.

MA: Considera que tem boas condições de trabalho na cantina da ESEC?
EB: Não, temos péssimas condições de trabalho, porque a cozinha é muito pequena para as refeições que nós servimos, temos pouco espaço para nós e andamos aos encontrões. O espaço do refeitório tendo em conta o número de refeições servidas, também deveria ser maior.

MA: Tendo em conta então as condições de trabalho, que melhorias acha que são pertinentes na cantina?
EB: Uma cantina nova!

MA: Já trabalhou em outros refeitórios? E qual a qualidade deles comparativamente ao da ESEC?
EB: Já trabalhei no refeitório dos CTT de Taveiro e num infantário nos Olivais. 
Não há comparação possível porque as refeições em ambos eram poucas, aqui na ESEC é sempre para o máximo.



Grupo 6
Marcelo Mariano
Milton Almeida

sábado, 6 de novembro de 2010

Entrevista a Totí Maniga sobre a sua iniciativa de Erasmus

“tenho muitos amigos simpáticos e eles dar-me-ão apoio quando eu precisar”

Totí Maniga, estudante italiano de 22 anos, proveniente de Sassari na Sardenha, veio fazer um ano de Erasmus para Portugal na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e deixa-nos aqui o relato da sua experiência ainda recente.


Pedro Simões - Porque escolheu Portugal para fazer Erasmus?
Totí Maniga - Porque eu conheço muitos amigos que fizeram Erasmus para Portugal e disseram-me que se estava bem, é mais barato e a vida é muito diferente da de Itália, as pessoas são muito mais abertas, e por outro lado também queria aprender a língua portuguesa porque tenho o sonho de ir trabalhar para o Brasil quando acabar a licenciatura. É um sonho!

P.S. - Porquê a cidade de Coimbra?
T.M. - Coimbra é uma cidade pequena e pensei que numa cidade pequena podia aprender melhor o idioma e conhecer muitas mais pessoas, mas pensava que era um bocado diferente.

P.S. - Porque pensou que era diferente?
T.M. - Se eu soubesse antes que Coimbra era assim escolhia Lisboa, porque é uma cidade onde posso encontrar tudo para as minhas exigências, é um lugar tranquilo, lugar de festas, com   maiores tradições, mas agora fico em Coimbra então vou aproveitar o que posso.

P.S. - Veio com bolsa de estudo?
T.M. - Sim, mais ou menos 500€ mês.

P.S. - Como é que é visto no seu país a iniciativa de Erasmus?
T.M. - Depende, muitas pessoas pensam que é uma óptima experiência porque vais aprender uma língua diferente, conhecer muitas pessoas, um outro modo de vida ao compará-lo ao teu. Outras pensam de outra maneira, que se o Erasmus de Roterdão  soubesse como é que é agora o Erasmus choravam, a ideia inicial do Erasmus era uma ideia casta, inocente com o objectivo de crescer intelectualmente mas, hoje uma pessoa escolhe Erasmus para ir “engraçar”, beber muito, divertir-se, conhecer muitas pessoas sem estudar nada.

P.S. - Qual é o custo de uma viagem da sua terra para Coimbra?
T.M. - Da Sardenha para Portugal tenho de apanhar dois aviões com escala ou numa cidade italiana, ou espanhola para depois apanhar outro avião para chegar a Portugal. Paguei com bagagens 80€ na Ryannair porque tirei o bilhete muito cedo em Junho para partir em Setembro.

P.S. - Como está a ser a sua adaptação? Tem sentido o apoio dos seus novos colegas?
T.M. - Sim estou bem aqui em Coimbra, estou a conhecer muitas pessoas, tenho muitos amigos simpáticos e eles dar-me-ão apoio quando eu precisar.

P.S. - Existem diferenças no programa escolar?
T.M. - A maior diferença é que na minha faculdade em Sassari teria de fazer seis exames que correspondem a seis cadeiras, aqui em Coimbra tenho seis cadeiras no 1º semestre e outras seis no 2º semestre.

P.S. - O que acha do nível de vida em Portugal?
T.M. - É muito barato, em comparação à Itália.

P.S. - Foi difícil arranjares residência?
T.M. - Para mim sim, porque cheguei atrasado e muitas casas já estavam ocupadas, estive cerca de três semanas para encontrar a minha casa.

P.S. - O que é que pensa do espírito académico de Coimbra?
T.M. - Não gosto muito do espírito do caloiro mas é uma coisa particular de Portugal então vou apreciar.

P.S. - O que achas do clima de Portugal?
T.M. - De noite faz muito frio e de dia está sol e quente, tem muita variação de temperatura.

P.S. - Sentes diferença do comportamento das pessoas em relação a Itália?
T.M. - Sim, em Itália as pessoas são muito mais fechadas do que aqui, e até mesmo em Sardenha as pessoas são mais abertas, simpáticas e na minha opinião muito mais gentis.



Grupo 6
Pedro Miguel Simões

sábado, 30 de outubro de 2010

Murtosa inova a pedais

Bicicleta é base para projectos de turismo ambiental
Murtosa. Terra de tradição e inovação.
Situada na cidade de Aveiro e com uma área de setenta e quatro quilómetros quadrados, que inclui larga parte da ria de Aveiro e mar dentro dos seus limites, esta vila anteriormente reconhecida apenas pela pesca, pela agricultura e pelo seu famoso prato de enguias; é agora reconhecida pela sua capacidade de olhar o futuro, inovando no turismo.

Projectos de turismo ambiental
Aproveitando todo o seu potencial geográfico (com território essencialmente plano) aliado à grande utilização, principalmente de jovens e idosos, da bicicleta no concelho, foi criado em 2006 o programa “Murtosa Ciclável”. Este projecto idealizado pela Câmara Municipal e pela Universidade de Aveiro concorreu, no seu ano de criação, ao Projecto de Mobilidade Sustentável de Portugal tendo conseguido chegar aos quarenta finalistas num total de cento e vinte e cinco concorrentes. 
Distinguindo-se pela diferença, o projecto da vila não incidia na construção de estruturas que facilitassem a utilização de transportes motorizados mas sim na construção de ciclovias por todo o concelho. Caracterizado pela simplicidade o projecto tem como objectivo incentivar e promover o uso da bicicleta, não só como meio de transporte mas também como veículo de visita a locais de interesse da vila. É nesta vertente de descoberta da região que nasce o projecto “NaturRia”.

Estando directamente ligado ao “Murtosa Ciclável” o “NaturRia” alia a utilização da bicicleta com a descoberta do património cultural e natural da vila. Para a sua criação o município estudou a fauna e flora do concelho, para definir os principais locais de interesse, onde se construíram ciclovias e zonas de descanso para os ciclistas nas quais se podem encontrar variada informação (também em inglês) sobre as espécies animais que habitam a região lagunar. Em Setembro de 2008 foi inaugurado o percurso poente que tem perto de dez quilómetros de extensão e logo no ano seguinte, o município abriu o percurso nascente com quinze quilómetros de ciclovia. Este ano terminou-se a última grande fase de construção de ciclovias que vai ligar todo o concelho da Murtosa ao concelho vizinho de Estarreja.

Segundo a câmara municipal da Murtosa, os efeitos da construção das ciclovias foram imediatos, pois o número de ciclistas (e também de pedestres) visto principalmente aos fins-de-semana, é cada vez maior. Esse aumento de pessoas a percorrer a vila trás ainda benefícios para a micro economia da região, porque os visitantes aproveitam sempre para usufruir dos estabelecimentos de lazer existentes.

Vila ecológica, reconhecida
No ano passado a vila da Murtosa recebeu, graças ao projecto “Murtosa Ciclável”, o prémio nacional “Mobilidade em Bicicleta” conjuntamente com o município de Lisboa. Tendo noção de que o financiamento para ambos os municípios não é igual, Januário Cunha, vareador da câmara municipal da Murtosa, destaca o empenhamento que tem sido posto no projecto por parte dos autarcas, quer na idealização quer na procura de verbas para a materialização do mesmo.
Com a atribuição do prémio a vila ficou nacionalmente reconhecida como um dos locais mais interessantes para fazer turismo ecológico e, aproveitando o protagonismo alcançado, a Murtosa fundou, em colaboração com os municípios de Beja e Vila Real e ainda com o apoio da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra, a rede “Cidades Móveis” que tem como principal objectivo a promoção de uma mobilidade sustentável e diminuir a dependência do automóvel.

Apesar de ser uma vila, o vareador salienta que a Murtosa consegue estar ao nível de muitas cidades quer nacionais quer internacionais e que o seu papel como fundador da rede “Cidades Móveis” não deve ser minimizado pelo estatuto da região mas sim vangloriado e respeitado.
Todo o esforço foi ainda reconhecido pelo Presidente da República, Cavaco Silva, que aquando da sua visita à vila da cidade de Aveiro, no âmbito do seu “Roteiro das Comunidades Locais Inovadoras”, afirmou que a Murtosa é um exemplo a seguir em termos de turismo ambiental e que apesar, de 81% do seu território ser considerado Reserva Ecológica, conseguiu transformar esse estatuto em algo positivo e economicamente viável.

Meio milhar de cicloturistas
Cerca de meio milhar de participantes reuniram-se no passado mês de Setembro, para a “I Volta ao Município da Murtosa”, os participantes, de todas as faixas etárias, reuniram-se no Parque Municipal da Saldida para o passeio de 28km através das 4 Freguesias do Concelho.  Com 2 convidados de excelência, Venceslau Fernandes, um dos melhores ciclistas portugueses, e António Leitão, atleta que alcançou uma medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 1984, a câmara da Murtosa continua a promover o seu projecto, tornando-o mais conhecido por Portugal.

O futuro
Este fim-de-semana realiza-se o VIII Congresso Ibérico - “A Bicicleta e a Cidade” na cidade espanhola de Sevilha, no qual município da Murtosa participará e irá mostrar o seu projecto “Murtosa Ciclável” perante especialistas Portugueses e Espanhóis, da área da mobilidade, promovendo e procurando melhorar o mesmo. Sabendo que o turismo ecológico é o caminho a seguir para a região, a câmara municipal está ainda a planear novos projectos relacionados com a área lagunar da ria, como por exemplo, o futuro Ecomuseu da Ria que terá uma vertente de investigação da vida marinha da zona.

Além de quaisquer projectos futuros, os programas “Murtosa Ciclável” e “NaturRia” foram declarados pela autarquia como parte essencial dos planos do presente e como tal, serão mantidos e melhorados aumentando a qualidade de vida dos murtoseiros e dos turistas que por lá passam.



Grupo 6
Marcelo Mariano
Milton Almeida
Patrícia Correia
Pedro Simões

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Agenda Cultural

O Posts de Pescadas recomenda:


20 de Outubro (Quarta-Feira)
Filme: Embargo
Sinopse:
Nuno é um homem que trabalha numa roulotte de bifanas, mas que inventou uma máquina que promete revolucionar a indústria do calçado - um digitalizador de pés. No meio de um embargo petrolífero e deparando-se com uma estranha dificuldade, Nuno tenta obstinadamente vender a máquina, obcecado por um sucesso que o fará descurar algumas das coisas essenciais da sua vida. Quando Nuno fica estranhamente enclausurado no seu próprio carro e perde uma oportunidade única de finalmente produzir o seu invento, vê subitamente a sua vida embargada…
Dolce Vita - Sessões


21 de Outubro (Quinta-Feira)
Teatro Académico de Gil Vicente
Música: António Rosado
Concerto de Abertura do Festival de Música de Coimbra 2010

Obras de Chopin e Schumann  21.30h

O pianista António Rosado tem uma carreira reconhecida nacional e internacionalmente, corolário do seu talento e do gosto pela diversidade, expressos num extenso repertório pianístico que integra obras de compositores tão diferentes como Georges Gershwin, Aaron Copland, Albéniz ou Liszt. 


22 de Outubro (Sexta-Feira) - Pelas 20.15 a Académica defronta o Nacional da Madeira no estádio cidade de Coimbra a contar para a oitava jornada da liga ZON Sagres.






23 de Outubro (Sábado) - Filme para toda a família
Filme: Lenda dos Guardiões 3D
Sinopse:  
Soren é um jovem mocho que adora as histórias que o seu pai lhe conta sobre os Guardiões de Ga’Hoole, um mítico bando de guerreiros que defendem toda a nação dos mochos contra os temíveis Pure Ones. O grande sonho de Soren é juntar-se ao seus heróis, ao contrário do seu irmão mais velho, Kludd, que apenas ridiculariza a ideia. Um dia, os dois irmãos caem da árvore onde estão e são capturados pelos Pure Ones. Agora cabe a Soren tentar escapar e encontrar a Grande Árvore, o lar dos famosos Guardiões – a única esperança que ele tem para salvar o reino dos mochos.
Dolce Vita / Fórum Coimbra - Sessões 


24 de Outubro (Domingo) 
Filme: Hachiko - Amigo para Sempre
Sinopse:
Hachiko é um cão especial, com a alcunha de "Hachi", e acompanha o seu dono Parker, um professor universitário, todos os dias, até a estação de comboios para o ver partir, retornando à estação, todas as tardes para cumprimentá-lo ao final de cada dia. A natureza emocionalmente complexa do que sucede quando esta sua rotina descontraída é interrompida, faz da história de Hachi, um conto intemporal; a fiel devoção de um cão ao seu dono mostra o grande poder do amor e revela que o mais simples dos actos pode tornar-se no mais grandioso gesto de todos. 
Dolce Vita - Sessões


25 de Outubro (Segunda-Feira)
Exposição Fnac: A revolução de Abril - No olhar de Carlos Gil

Exposição comemorativa dos 35 anos do 25 de Abril de 1974

O conjunto de fotografias apresentado é uma escolha entre muitas outras que o repórter fixou, e que pretendem recordar um percurso deste país, desde o princípio do fim da ditadura ao momento escolhido pelo próprio autor, como sendo o fim de um sonho de uma revolução de esquerda.





 

26 de Outubro (Terça-Feira)
Filme: Comer Orar Amar
Sinopse:
Liz Gilbert (Julia Roberts) tinha tudo o que uma mulher moderna deseja – um marido, uma casa, uma carreira bem sucedida. Mas ainda sim, como muitas outras pessoas, sente-se perdida, confusa e em busca do que realmente deseja na vida. Recentemente divorciada e num momento decisivo, Gilbert saí da sua zona de conforto, arriscando tudo para mudar de vida, embarcando numa jornada à volta do mundo que se transforma numa procura por auto-conhecimento. Nas suas viagens descobre o verdadeiro prazer da gastronomia em Itália; o poder da oração na Índia, e, finalmente e inesperadamente, a paz interior e equilíbrio de um verdadeiro amor em Bali. Baseado no best-seller autobiográfico de Elizabeth Gilbert, Comer, Rezar, Amar prova que existe mais de uma maneira de levar a vida e de viajar pelo mundo.  
Fórum Coimbra - Sessões



Grupo 6
Marcelo Mariano
Milton Almeida
Patrícia Correia
Pedro Simões

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Agenda Cultural


Festa das Latas 2010
21 de Outubro (Quinta-Feira)
Sarau Académico 
DJ Double D e Dj Spyke

22 de Outubro (Sexta-Feira)
UHF
Xutos & Pontapés
Tuna de Medicina da UC
Desconcertuna 
DJ Poppy

23 de Outubro (Sábado)
João Só e Abandonados
Rui Veloso
Estudantina Universitária de Coimbra
Tuna Feminina de Medicina da Universidade de Coimbra 
DJ FunkYou2

24 de Outubro (Domingo)
Legendary Tiger Man
Blind Zero
Mondeguinas
Quantunna
DJ Michael Mind Project

25 de Outubro (Segunda-Feira)
Sean Riley & The Slowriders
Mika
Fan-Farra Académica
Coral Quecofónico do Cifrão
DJ MEGA HITS Nelson Cunha e DJ Diego Miranda

26 de Outubro (Terça-Feira)
Ruizinho de Penacova
Banda Red
Quim Barreiros
Orxestra Pitagórica
DJ Pedro Simões

27 de Outubro (Quarta-Feira)
Bunnyranch
Just Jack
Grupo de Cordas
As Fans
DJ Rich



Grupo 6
Marcelo Mariano
Milton Almeida
Patrícia Correia
Pedro Simões

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Rede Social Mundial

 “Olha mais um amigo, … olha um famoso… já ouviste esta música? …e este vídeo, que fixe. …e este artigo? E tu? O que é que andas a fazer? …e ela? Estás muito bem nesta fotografia lembras-te daquele dia? ...logo sais?”

 Palavras como Facebook ou Twitter poderiam ser associados aos jovens, ou a nomes de salas de conversação banais, mas nada disto corresponderia à realidade. Estes “chat’s”, são apenas o novo meio de comunicação do século XXI. Poderemos mesmo dizer que foi inventado o telégrafo, depois o telefone, os telemóveis, a Internet e as Redes Sociais.
Quando a Internet chegou proporcionou-nos novas formas de comunicação tais como, conversação online em chats, e-mails e vídeo-conferências, mas nunca foi criada uma única plataforma online em que aderissem tantos usuários, de todas as idades, de vários extractos sociais, com ideologias opostas em toda a parte do mundo. 

Bem-vindos ao mundo das Redes Sociais. 

A rede Facebook, tem segundo as estatísticas em 2010, mais de 400milhões de utilizadores registados em que 60 milhões actualizam o seu estado diariamente e em média cada utilizador passa 55 minutos por dia no site. São 400 milhões de pessoas a enviar fotografias, mensagens, vídeos na mesma plataforma. Até mesmo através do telemóvel podemos actualizar a nossa página online. Cada vez mais empresários com mente visionária começam a olhar para esta rede não só como forma de entretenimento mas sim como oportunidade de expandir os seus negócios. Várias empresas começam actualmente a projectar a sua marca e inclusive a recrutar empregados que colocam os seus currículos profissionais nas suas páginas.

O mais comum dos mortais pode ser amigo do Donald Trump ou de Tom Cruise, a probabilidade de encontrar alguém que não estamos à espera é quase certa. Vamos jogar o Mafia Wars ou outro, o super famoso Farmville! O Facebook e o hi5 reúnem um número absurdo de aplicações de jogos, quiz de interações (chamemos-lhes assim) onde as pessoas procuram se distrair e interagir entre si. Os nossos pais, os amigos, ou mesmo os vizinhos que moravam perto de nós quando éramos crianças. 
Esta é a rede Facebook. 

Outra rede em crescimento, o Twitter, é uma fofoquice pegada onde se podem “seguir” pessoas em tempo real. Só o Barack Obama, por exemplo, tem cerca de 5 milhões de seguidores nesta rede (imagine-se o tempo gasto com as mensagens e as receitas daí provenientes!).

Acreditamos que estas redes ainda em crescimento têm muito mais para oferecer no futuro. Como tal juntámo-nos à moda e criámos como trabalho da cadeira de Atelier de CiberCultura um “jornal” no Facebook a actualizar todas as semanas. As nossas expectativas são altas, pois o conceito é novo e tudo o que é novidade chama à atenção, desperta curiosidade, gera burburinhos e pode até lançar o conceito.
Muitas vezes assistimos ao poder da opinião pública em que basta um artigo ser sensação para dar a volta ao Mundo, prova deste fenómeno pode ser a notícia de que Cristiano Ronaldo teria um filho, quando o próprio publicou a notícia na sua página de Facebook a imprensa mundial caiu em cima do acontecimento e tal foi manchete à volta do Globo. Isto traz a percepção de que neste caso existiu uma nova forma de comunicação muito mais eficaz do que os tradicionais órgãos de comunicação Social. Estaremos perante uma substituição?

Depois da ideia de que o papel seria substituído pelo digital, surge agora a ideia de que as Redes Sociais podem tirar alguma importância à Comunicação Social…
Será uma nova revolução tecnológica? 





Grupo 6
Patrícia Correia
Pedro Simões

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Glória a uma “pobre” ESEC

“Em uníssono: Glória, glória à ESEC, glória, glória…”

É este o grito, o hino que se ouve vezes sem conta durante a semana de recepção do caloiro e que se vai repetindo durante o ano quando doutores e caloiros se unem para mostrar o orgulho que se tem em ser esequiano. Quando chegamos à ESEC pela primeira vez e somos recebidos pela Real tertúlia Bubones ficamos com a ideia de que a nossa escola se esforça por nos fazer sentir bem e por nos proporcionar as melhores condições possíveis. 
No entanto pouco tempo depois vamos caindo numa realidade muito menos agradável da nossa escola.

Finda a semana de integração e começada a de aulas vamos ganhando a noção de que o património físico da ESEC não é assim tão bom. Logo desde a primeira vez que se entra numa sala fica-se com a sensação, confirmada quando uma turma inteira aparece para assistir a uma aula, de que estas não tem a capacidade para acolher 60 alunos. No ano passado a direcção ainda tentou usar as salas do pólo 2 mas é melhor nem falar nisso… (estão a ver aqueles contentores que se usam como salas de aula quando uma escola está em obras? Comparar os ditos contentores com salas do pólo 2 é como analisar as diferenças entre um hotel de 5 estrelas e uma barraca de jardim…para quem não tenha percebido as salas são as barracas de jardim.) Como inocentes caloiros que éramos tentávamos não ligar a esses problemazinhos e íamos indo às aulas (de vez em quando) com real vontade de aprender.

No entanto quando começámos a inquirir os “doutores” sobre professores e matérias fomos recebendo a informação de que parecia que alguns professores (isto no curso de Comunicação Social) estavam a leccionar cadeiras erradas, ou seja um docente que se tinha licenciado em A estava a dar a cadeira Z e um professor que até percebia de Z estava a dar a cadeira A...durante o ano lá fomos confirmando e desmentindo algumas situações.
O ano como caloiro acabou e confirmamos a “lenda” da ESEC; “Isto é como uma secundária mas pior”. Já como “pastranos” seguimos para férias um pouco fartos da ESEC mas com a esperança de que no ano seguinte a nossa escola iria melhorar em termos organizacionais.

“Glória, glória à ESEC, glória, glória…”

Exacto. Depois de umas revitalizantes férias, em que tudo de mau sobre a ESEC se esqueceu, chegámos cheios de vontade para conhecer e integrar os novos caloiros. Durante uma semana mostrámos aos recém-chegados a razão pela qual a ESEC tem um espírito académico fantástico (apesar de uma missa atribulada a Real Tertúlia voltou a fazer um bom trabalho). A primeira semana como “doutor” foi excelente, mas tal como no ano anterior lá apareceu a semana de aulas, que sem surpresa relembrou-nos dos sérios problemas que a ESEC enfrenta.

Logo no segundo dia de aulas e para espanto do curso de comunicação social (ou só nosso) fomos ter uma aula de Atlier de Cibercultura numa sala com…imaginem…zero computadores, o que dá uma média de…zero por aluno. Estas estatísticas não mentem. Não queremos ser muito antipáticos e duros para a escola que nos acolhe mas achamos que a pessoa que deixou que isto acontecesse teve um grave lapso de raciocínio… (Atlier CIBERcultura = computadores + pessoal de CS a aprender).

Ciente do grande entrave que tem para leccionar a cadeira, a nossa professora pediu-nos para trazer os nossos computadores pessoais para a aula. E se não nos “apetecer” trazer os computadores para a aula? E se exigíssemos ter uma sala provida de computadores? Temos esse direito não? Se ninguém levasse os portáteis para a aula e fosse impossível dar a cadeira em condições, seriamos prejudicados?
Como seriamos avaliados sabendo que a escola não nos deu as condições essenciais para o ensino da cadeira?

Mesmo que os alunos decidam trazer os seus computadores existe outro problema: a ligação à internet não aguenta com tantos computados conectados ao mesmo tempo. Ou seja, de qualquer maneira vamos trabalhar em condições deficientes…o que não é bom, dizemos nós. Numa escola que tem pelo menos dois cursos (Comunicação Social e Comunicação Design e Multimédia) que necessitam regularmente de uma sala com computadores, como é que é possível ter uma única sala informática que não tem sequer um computador para cada dois alunos de uma turma?

Enfim…de quem é a culpa? Do Sócrates? (toma lá mais essa), dos professores? Dos alunos? Ou só nossa? (Milton, Marcelo)?

Do Sócrates até pode ser mas de certeza que não é dos professores e muito menos dos alunos. Quando falhamos o pagamento das propinas por um único dia (ás vezes nem é preciso falhar porque quando o prazo limite acaba no fim de semana se não realizarmos o pagamento até à sexta anterior temos as mesmas consequências) a ESEC corta-nos o nosso acesso informático, ou seja, ficamos sem puder aceder ao e-mail escolar e aos materiais de apoio que os professores colocam na plataforma online. 
(Até podíamos perguntar para onde vai o dinheiro das nossas propinas mas como nunca iríamos obter resposta é melhor nem sequer deixar essa ideia no ar.)

É do interesse da ESEC formar profissionais competentes e nas melhores condições assim como cada um de nós em se formar com bons conhecimentos e preparação para o futuro, como tal resiste a expectativa de melhores condições com a chegada de cada novo ano lectivo.
Mas de louvar é, o espírito académico que perdura, a esperança continua por melhores condições (alunos e professores), a luta travada para terminar o curso independentemente das circunstâncias e no fim sair a “vencer”.

“Glória, glória à ESEC, glória, glória…”
“…e ser caloiro é bom!” 





Grupo 6
Marcelo Mariano
Milton Almeida