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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Junção dos hospitais de Coimbra perturba médicos e enfermeiros




Actuais seis unidades de saúde de Coimbra poderão transformar-se num novo Centro Hospitalar Universitário de Coimbra ainda no final de 2010. O Governo acredita que ao realizar-se, este passará a ser o maior centro do país.



Os sindicatos dos médicos e dos enfermeiros estão preocupados com os planos de fusão dos vários Hospitais de Coimbra. As dúvidas variam no futuro dos profissionais de saúde, médicos particularmente, visto que estas adaptações têm que prevenir o interesse próprio do profissional, quer de carreira quer do local de trabalho.

Sérgio Esperança, presidente do Sindicato dos Médicos da Zona Centro, lamenta a falta de um estudo prévio, falta de orientação do Ministério da Saúde e receia que as carreiras médicas possam ser afectadas.

O Sindicato dos Enfermeiros também lamenta a falta de um planeamento atempado. Tendo como único desejo, que só não surjam prejuízos nos cuidados de saúde fornecidos aos utentes.

O dirigente Paulo Anacleto afirma ainda que “A visão meramente redutora e economicista deste Ministério da Saúde e deste Governo para a área da Saúde, é o desmantelamento paulatino, progressivo, daquilo que é o Serviço Nacional de Saúde”.

Por outro lado, estima-se que esta fusão irá trazer uma melhoria da eficácia e da qualidade na prestação de cuidados de saúde aos cidadãos. Portanto, não é visto como uma medida financeira, na perspectiva de alguns.

Naturalmente, o responsável estará a trabalhar na base de que vai ser aprovada a nova medida até ao fim do presente ano.





Fonte: Destakes

Por: Carolina Guedes, Grupo 5
Mais de um milhão de euros investido no metro do Mondego



Já lá vão 4 anos desde o início das obras do metro do Mondego e este continua inacabado. No entanto, os gastos não param de subir.

Álvaro Maia Seco, presidente da empresa Metro do Mondego, apresenta relatórios de contas que rondam o milhão de euros por ano gastos em salários de trabalhadores e encargos com os mesmos.

A empresa, composta por 19 funcionários, revela despesas de 3 mil euros em subsídios de refeição e telemóvel, 8507 euros em benefícios sociais e 930 euros em seguros de vida. No entanto, as obras não avançam e continua a não ser possível utilizar o metro.

O governo promete encerrar a empresa em 2011, não só pela falta de resultados mas também por todo o investimento feito numa obra que não garante avanços futuros.

Como resposta a esta decisão do governo, o presidente da empresa e ainda professor da universidade de Coimbra, anunciou a sua demissão do projecto Metro do Mondego e declarou existir a “intenção clara de acabar com a implementação na região de Coimbra de um sistema integrado de mobilidade suburbana e urbana baseado na ferrovia ligeira".

O metro do Mondego pretende criar uma ligação sobre carris entre os municípios de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã. Mas, por enquanto, continua inoperacional e sem certezas de quando poderá estar ao serviço dos cidadãos.



Fonte: DNEconomia

Por: Helena Gonçalves, Grupo 5



Artigo de Opinião - Shutter Island



Numa época em que começam a surgir os habituais balanços de tudo e mais alguma coisa, é-me dado a ver o filme Shutter Island, de Martin Scorsese. Este pode não ser o melhor filme do ano, mas com certeza vai fazer parte do balanço cinematográfico de 2010.
Muitas dúvidas havia em relação a Shutter Island e ao desempenho de Leonardo DiCaprio. Apesar do registo bastante diferente daquele a que Martin Scorsese nos habituou, o realizador consegue com mérito fazer jus à obra de Dennis Lehane, da qual o filme é adaptação, e Leonardo DiCaprio saúda-nos  com uma interpretação à altura da sua complexa personagem.
A história desenrola-se em 1954. O U.S. Marshall Teddy Daniels (Leonardo DiCaprio)  e o seu novo colega Chuck Aule (Mark Ruffalo) são enviados para o Hospital Psiquiátrico na Ilha de Shutter, instituição onde são internados os mais perigosos e perversos criminosos do país, com o intuito de investigar o desaparecimento de Rachel Solando, uma perigosa assassina que consegue escapar da instituição sem deixar rasto, à excepção de uma pequena mensagem codificada. O único meio de aqui chegar é o ferryboat. Os funcionários da Instituição Psiquiátrica não parecem cooperantes com a investigação, especialmente o director Dr. Cawley (Ben Kingsley), responsável pelos tratamentos aplicados aos pacientes.
 A investigação prossegue e o ambiente torna-se cada vez inóspito. A ilha é atingida por um furacão o que leva a uma envolvente caótica no seio do hospital, com a fuga de vários prisioneiros da sua celas. É aqui que o rumo do filme começa a mudar e os agentes mergulham num ambiente  que coloca em causa a sua própria sanidade. O desaparecimento de Rachel Solando torna-se cada vez mais estranho e nada parece fazer sentido.
Sobre a história pouco mais poderei dizer sem revelar pormenores importantes que estragariam o filme a quem ainda não teve oportunidade de o ver, mas posso adiantar que Martin Scorsese, nesta história aposta num  ambiente de constante suspense, colocando-nos quase na pela da personagem principal, não nos deixando saber mais do que devemos a cada momento.
Os focos apontam sempre para Teddy Daniels que é constantemente perturbado por memórias da II Guerra, o que nos mostra  um historial de violência, assim como frequentes alucinações e sonhos com a falecida mulher. Aqui há que salientar o desempenho de  DiCaprio, que não se revela extraordinário e que não me parece que faça dele “um dos melhores actores da actualidade”, como muitos dizem,  mas ainda assim à altura da complexidade não só do personagem como de toda a trama da história. Por sua vez a Mark Ruffalo,  dou-lhe o mérito de excelente sombra de DiCaprio, uma boa interpretação ainda assim não inesquecível.
Não posso  esquecer Ben Kingsley (Dr.Cawley). Este, na minha opinião, um grande actor da actualidade, que  na mesma personagem oferece ao espectador a faceta de vilão e de herói, sem que realmente se perceba qual delas é verdadeira, contribuído assim para que o filme se torne um pouco mais complexo e indecifrável.
            Deve dar-se ainda algum destaque à banda sonora, à fotografia e à caracterização, elementos que a meu ver sobem um pouco a fasquia, no que diz respeito à qualidade.
No entanto, alguns pequenos erros, essencialmente erros de continuidade, fazem com que Shutter Island não seja um excelente filme,  apenas um bom filme. Destes erros destaco um que é quase flagrante, na fase de interrogatório, uma das interrogadas pede um copo de água a Chuck. Quando ela está a beber não tem nada na mão e supostamente bebe com a mão direita, no entanto coloca o copo vazio em cima da mesa com a mão esquerda, e numa  das cenas posteriores em que as três personagens aparecem o copo está meio cheio.  Interroguei-me bastante sobre esta cena, seria propositado? Mas depois de ver de novo o filme nada me levou a crer que houvesse algum tipo de simbolismo dentro da história que justificasse tal erro.
Apesar de não ser uma obra perfeita de Martin Scorsese, Shutter Island consegue prender o espectador do início ao fim, fazendo com que este se sinta Teddy  Daniels.
            Fica a eterna dúvida: qual a verdadeira versão da história, a de Teddy Daniels ou a de Dr. Cawley? 
           
Ana Serrano
Grupo 1

Notícia: Revolução tecnológica

Gabriel Falcão, investigador da Universidade de Coimbra anunciou hoje a criação de um programa que corrige falhas em relação às telecomunicações.


O investigador desenvolveu um projecto ao longo de quatro anos na Faculdade de Ciências e Tecnologia que permite, segundo o “Público”, assegurar ausência de falhas no que diz respeito a programas de televisão, conversações de telemóvel ou navegação na internet. A comercialização do programa a empresas estrangeiras ainda está em fase de análise, prevendo-se estar disponível em Portugal a partir de Janeiro de 2011.

Fontes: Público e Correio da Manhã

Grupo 5: Sara Ferreira

Orçamento de Estudante



Os convívios, os patrocínios e a venda de diferentes produtos continuam a ser a forma mais usada pelos estudantes de Coimbra para angariar dinheiro e viver o cortejo da Queima das Fitas.



A Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC) não é excepção e desde cedo os estudantes começam a planear o cortejo que começa nos Arcos da Praça da República, em Coimbra.

O orçamento para este evento é estruturado de forma a não prejudicar a carteira dos alunos. Os convívios são o que a ESEC usa para angariar dinheiro. Exemplos disso são os convívios que se irão realizar dia 2 de Novembro, do Curso de Comunicação Design e Multimédia e dia 4 de Novembro, do curso de Desporto e Lazer. O segundo vai ocorrer num bar no Estádio Coimbra, os lucros vão para a “Comissão do Carro” e contribuem para o carro que transporta os alunos do segundo ano durante o cortejo.

A venda de produtos como isqueiros e t-shirts também contribui para angariar algum dinheiro. Os alunos do Ensino Superior juntam a esses lucros alguns patrocínios que vão fazer com que desfrutem do dia que é dedicado à divulgação de cada curso.



Por: Andreia Monteiro