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domingo, 4 de junho de 2017

Rotas e Rotinas

https://soundcloud.com/posts-de-pescada/rotas-e-rotinas

Uma rubrica que incide sobre a vida dos que mais viajam e expõe diversas temáticas de um mundo por descobrir.

sábado, 3 de junho de 2017

Vox Pop - (Des)cultura Geral

Será que a cultura geral está favorável em Coimbra?
Fomos para as ruas, tentar descobrir!

https://youtu.be/ammvBfGnDEY

Ana Domingues
Bárbara Rodrigues
Cátia Cardoso
Jéssica Oliveira

"É inevitável haver música no mundo" - Entrevista a Mariana Pedrosa

Mariana Pedrosa, aluna do 12ºano do curso de ciências e tecnologias no Colégio Doutor Luís Pereira da Costa, não esconde o seu amor por música que surgiu em tenra idade.
Atualmente, com 17 anos, para além de já ter feito parte de algumas bandas, de tocar eufónio na filarmónica de Monte Redondo, ensaia um coro juvenil e dá ainda, aulas de canto.
A música tem sido uma constante na sua vida e, no que depender de Mariana, continuará a ser.

https://www.youtube.com/watch?v=j96lnuNLbBY

Trabalho individual
Ana Domingues, 20150115

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Os jovens e a informação

Será esta classe etária menos interessada pela informação, ou estará apenas cansada de a receber?!


 É inegável que os jovens desde muito cedo recebem informação sobre as mais diversas questões. Os horizontes alargaram-se e vivemos uma realidade completamente diferente. Hoje já nem procuram informação, “com as redes sociais agora é mais fácil. Mesmo a falar com o meu grupo de amigos é mais simples. A informação agora vem ao nosso encontro, e conseguimos discutir mais assuntos.”, diz-nos Rafaela Fernandes, estudante de mestrado no curso de direito. Vivemos na era das redes sociais, está na moda ler e ter blogues, no facebook são diversos os jornais com plataforma online e os youtubers apresentam ainda diversos conteúdos de uma forma bastante simples e dinâmica. Perante todas as facilidades, o caminho escolhido é claramente o mais simples. 


Rafaela a recorrer à plataforma digital.

 Embora muitos considerem o contrário, os mais novos gostam de estar bem informados. Rafaela diz que o que a motiva a ir à procura de informação é manter-se atualizada “mas quando começo a ler informações que para mim são más, sou eu quem vai à procura destas noutras fontes.” Da mesma opinião temos Nuno Fernandes, um estudante de Linguas e Humanidades, que para além da facilidade “por vezes tratam-se é de informações incompletas, ou totalmente erradas” mas que quando isso acontece recorre também a outras fontes.
 Defendem a qualidade, a objetividade e a simplicidade de compreensão dos conteúdos, sendo que “a informação 
sensacionalista” é praticamente abolida, assim como “aquela que engloba a vida pessoal de famosos”.

 Rafaela diz que com a universidade o nível de consumo de informação mudou, “exige-me que esteja mais ocorrente de certos assuntos. E faz também com que vá à procura de muitas informações relacionadas com o meu curso, que estão também correlacionadas a temáticas atuais.”
Não podemos ignorar que recebem muita informação diariamente, tanto na escola, como na universidade e este “bombardeamento” pode ser um motivo bastante credível para serem considerados como os menores consumidores de informação. Antes pelo contrário, gostam e procuram construir uma opinião bem sólida sobre os mais diversos assuntos, e preocupam-se com questões atuais. João, um jovem de apenas 16 anos, confessa “há sempre tempo para ler, para consumir informação“ e que já não sabe viver sem informação, pois sente a necessidade de se atualizar sobre as mais diversas temáticas. Apenas existem mais alternativas e estes recorrem às mesmas.

João a fazer uma pausa para a leitura.

Trabalho realizado por:
Ana Carolina Pereira
Ana Margarida Costa
Diana Teixeira
Fábio Oliveira

A cidade "desconhecida"

                 
Cidade de Felgueiras









   
Sou estudante de comunicação social em Coimbra. Quando saíram as colocações fiquei super feliz, pois finalmente ia morar numa cidade grande. Já sonhava com as idas ao shopping, tomar um café à noite com os amigos, e ser finalmente independente. Estava eufórica, ia sair do meio pequeno, a minha vida ia mudar.
   Felgueiras é a minha cidade, para mim o dito “fim do mundo”. Hoje, moro em Coimbra há quase dois anos e sinto saudades da minha terra.
É desconhecida para muitos, mas vão ficar surpreendidos com a quantidade de coisas boas que lá existem.
   Felgueiras é um concelho constituído por 32 freguesias. Não é uma cidade grande, mas contem tudo o que necessitamos para sobreviver.
   Esta cidade tem a menor taxa de desemprego do país. As pessoas maioritariamente trabalham no setor fabril. Exportamos sapatos de qualidade para quase todos os cantos do mundo. O pão de ló de Margaride também é uma especialidade da casa. Há pessoas a percorrerem centenas de quilómetros para comprarem uma caixa de pão de ló, que por sua vez já ganhou prémios de excelência.
   O bordado também é bastante conhecido, muitas mulheres nas aldeias praticam esta atividade. É bastante caro devido ao trabalho minucioso e à qualidade que é apresentada, existem pessoas a deslocarem-se de Lisboa até ao Norte para adquirirem uma toalha bordada. A casa do risco é uma grande referência nacional dentro desta área.
   Mas não ficamos por aqui, a maior produção de kiwis do mundo encontra-se mesmo em Felgueiras, é uma mais valia para a região, pois cria mais emprego, e mais uma vez subimos os números da exportação.
No que toca à gastronomia existem restaurantes de excelência, são poucos mas existem alguns. O cabrito pode ser considerado como a especialidade da casa em alguns deles. E claro que para acompanhar um bom prato quer-se um bom vinho. Lixa é uma cidade que integra o concelho de Felgueiras, é conhecida pelo seu vinho. Já se perde a conta à quantidade de garrafas que foram exportadas.
   O monumento mais bonito desta cidade é o Mosteiro de Pombeiro, em norma celebram-se lá vários casamentos, devido às suas estruturas que têm bastante qualidade e são enormes, e também porque é o sonho de qualquer noiva. 


                    
Mosteiro de Pombeiro

       Este concelho ainda pertence à Rota do Românico, devido às grandes histórias que os locais têm para nos contar. Estes para além de importantes por serem um marco para o país, são também especiais pelo encanto que têm.
   Apesar de termos coisas muito boas não podemos esquecer que já estivemos envolvidos num escândalo devido à Fátima Felgueiras, e isso fez com que Felgueiras ficasse conhecida para muitos como “terra do saco azul”.
   É uma cidade pequena mas com muito para oferecer! Esta é a minha cidade, aquela de que sinto falta...
   Não podem discordar, é uma terra maravilhosa!


Um dos monumentos da Rota do Românico


Diana Teixeira

Atelier de Cibercultura