segunda-feira, 1 de outubro de 2012

"Afinal a praxe não se trata de humilhação, mas sim de integração"

 



“Afinal a praxe não se trata de humilhação, mas sim integração”

 
André Lacão, recém-chegado ao ensino superior politécnico, começa a habituar-se à vida académica coimbrã.
Em entrevista, o novo aluno do primeiro ano de Comunicação Social, relata as suas primeiras experiências enquanto caloiro numa cidade onde a tradição praxística está bem enraizada.

 
Marcelo Carvalho: Quais são as tuas primeiras impressões da cidade de Coimbra e do ambiente académico?

André Lacão:Ainda é tudo muito recente, mas até agora tenho achado espectacular. Toda a “malta” da Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC) é muito “porreira”, os doutores são impecáveise os colegas de curso são excelentes. É tudo muito fixe mesmo.

 

M.C.: Qual é a tua opinião acerca da praxe, tão presente na tradição académica de Coimbra?

A.L.:Aqui na ESEC, sinceramente, estava à espera de uma coisa mais dura, porque a praxe da Universidade de Coimbra tem alguma fama. Tendo sido sempre considerada das praxes mais duras estava à espera que fosse mais puxada. Mas até agora, não é como dizem, afinal a praxe não se trata de humilhação, mas sim integração.

 
M.C.: Como tens vivido o espírito académico?

A.L.:Impecável, muito fixe mesmo, a malta tem-se dado toda muito bem, quer os doutores, como os caloiros. Já estamos completamente integrados e só chegámos há três dias.
 

M.C.: Quais são os conselhos que deixas para os caloiros que virão para o próximo ano?

A.L.:Aproveitem ao máximo, façam tudo o que os doutores pedirem pois nunca há nada de mal no que eles desejam. “Curtam milhões” porque, como os doutores afirmam, é mesmo o melhor período da nossa vida e eu posso comprovar completamente isso, até agora está tudo muito bem.

 
 

“Gostei da praxe até agora, mas pensei que fosse mais rigorosa”

Carolina Ramos, a nova caloira da Escola Superior de Educação de Coimbra, já se sente completamente integrada na nova cidade que a acolheu.
Em entrevista, Carolina revela que ainda não realizou muitas actividades praxísticas mas que já se sente envolvida no espírito académico.


Eduardo Fortunato: Quais são as tuas primeiras impressões da cidade de Coimbra e do ambiente académico?

Carolina Ramos:É tudo muito giro, toda a gente se dá bem com todos e sente-se a integração.

 

E.F.: Qual é a tua opinião acerca da praxe, tão presente na tradição académica de Coimbra?

C.R.:Gostei da praxe até agora, mas pensei que fosse mais rigorosa.

 

E.F.: Como avalias a Real Tertúlia de Bubones em termos praxísticos?

C.R.:Eu ainda não vivi muito a praxe mas prefiro aquela que é realizada pelos doutores do meu curso.

 

E.F.: Como tens vivido o espírito académico?

C.R.:Muito bem.

 

E.F.: Quais são os conselhos que deixas para os caloiros que virão nas próximas fases?

C.R.Não venham com medo da praxe, integrem-se bem com todas as pessoas, falem com elas e não tenham vergonha.

Entrevista áudio: http://soundcloud.com/ritalourencomendes/entrevista-a-carolina-ramos/s-05mK1

 
por: Rita Mendes, Daniela Gonçalves, Maria Ferreira, Marcelo Carvalho e Eduardo Fortunato

 

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