terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Crónica - A Sétima Arte em Portugal

   A Sétima Arte em Portugal

O cinema nasceu nos fins do século XIX, em França, graças à invenção do cinematógrafo, por parte dos irmãos Lumière.
Ao longo dos anos, o cinema afirmou-se como uma forma de arte, uma fonte entretenimento popular e um excelente método de educar os cidadãos.
Por cá, o cinema já viveu melhores tempos.
Em relação a anos anteriores, o Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA) investiu um total de 8 milhões de euros no apoio à criação e à produção cinematográfica, o que, em relação ao investido no ano 2000, equivale a menos 5 milhões de euros, retratando assim as dificuldades sentidas em Portugal no “mundo do cinema”.
Produtoras sólidas como a MGN Filmes de Tino Navarro ou a Filmes do Tejo de Maria João Mayer, admitem que o sector se encontra perto da ruptura. A situação agrava-se a cada dia pois os apoios à produção são diminutos, assim como também são escassas as condições para o autofinanciamento da actividade cinematográfica. Maria João Mayer sublinha assim que “produzir filmes é economicamente catastrófico.”
Concluímos que estas dificuldades existem devido à enorme insuficiência do mercado português, assim como também aos inexistentes apoios por parte do Estado.
Posto isto, estará perto o cinema português perto do fim?



André Drogas, POSTS DE PESCADA
Grupo 7

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