sexta-feira, 7 de outubro de 2011


Regresso às aulas.

Para os pequenos estudantes o cheiro dos livros novos, o reencontro com os amigos, os lápis, as canetas e as cores, a esperança de um ano escolar ainda melhor.
Para os pais, são tempos que ”pesam na carteira”. Livros que de ano para ano aumentam de preço, listas de material obrigatório cada vez mais extensas, pelo menos cento e cinquenta euros deixados na livraria ou no hiper-mercado.
O primeiro dia de aulas é sempre um dia mágico, o céu parece mais azul, o sol mais brilhante e não custa nada acordar cedo. 
Estão eufóricos, querem conhecer os novos colegas, brincar naquele escorrega da escola e escrever na primeira página do caderno. Os pais empenham-se para esticar o dinheiro do orçamento familiar.
Em tempos em que a “crise” é palavra de ordem está na hora de educar também as crianças financeiramente. É preciso que elas entendam o “preço do dinheiro”, que não há problema nenhum em reutilizar livros de irmãos ou  de amigos. Hoje em dia, muitas vezes ouvimos dizer que as crianças crescem rápido demais, muito mais do que acontecia antigamente. Não podemos travar isso, é o produto da sociedade em que vivemos. Elas têm de se tornar maduras mais cedo, menos ingénuas, mais conscientes. E esta é uma boa altura para isso mesmo.  Os pais devem sentar com os filhos, comparar preços e tentar encontrar as melhores opções.
Procurar as grandes superfícies, onde é mais barato e verificar a relação preço qualidade também são  preocupações que se deve ter no começo do novo ano. O regresso as aulas é sim uma moeda que tem as duas faces, no entanto com algum esforço e paciência na procura por soluções mais baratas é possível poupar mesmo no inicio do ano escolar.


 Por  Bárbara Corby
Redacção 1

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