terça-feira, 2 de abril de 2013

Informação – A Zona Cinzenta


Somos a geração da informação. Acesso fácil, barato e rápido a tudo o que queremos saber. Sem limites. Ou quase. Fica a questão, onde se traça a linha?

Isto é censura?
Portugal subiu no ranking mundial de liberdade de imprensa, conquistando um lugar entre os 30 melhores do mundo. No entanto, jornalistas portugueses ainda sofrem constrangimentos no seu trabalho. O caso mais polémico recentemente foi o de Miguel Relvas e uma jornalista do Público mas muitos casos não chegam à luz do dia. Surge a dúvida: ainda há censura em Portugal? Quanto é que as notícias não revelam? Porque é que algumas notícias ganham mais relevância do que outras e quem é que decide isso?

Regular ou não regular, eis a questão
Por outro lado, temos as revistas cor-de-rosa e a Internet, onde nada é segredo e tudo vale para conseguir a última notícia. Rumores misturam-se com factos e o direito à privacidade é ignorado. O relatório Leveson, sobre escutas telefónicas na Inglaterra, voltou a pôr a regulação dos media na ordem do dia. Há quem defenda mais legislação contra o abuso da liberdade de imprensa, mas há também quem tema o seu controlo excessivo. Devemos poder saber tudo sobre todos? Que métodos são válidos para conseguir informação? As redes sociais e os blogs também deveriam ser reguladas? Ambos os lados têm muito a dizer e a polémica promete ser longa.

Confusão
E, no meio disto tudo, continuamos a ser bombardeados com informaçãopor todos os lados: na rua, nas lojas, no trabalho, no quarto e até no telemóvel dentro do bolso. Mas com contradições, limitações e fontes dúbias, quanta desta informação é verdadeira?

Por: Amy Gois

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