terça-feira, 23 de novembro de 2010

Reportagens - grupo 2

Diz não ao tabaco

Já todos sabemos que fumar mata, mas são poucos aqueles que levam este conselho de forma séria. A frase já é tão banal nos maços de cigarros, que os consumidores a vêem como uma simples imagem de marca.




O dia do não fumador comemorou-se na passada quarta-feira, dia 17 de Novembro. Por todo o país decorreram várias iniciativas, como rastreios e consultas grátis, onde o alvo principal era os fumadores. Muitos foram os que aderiram a estas actividades, sendo maior a percentagem de homens. Recorrer a este tipo de serviços, pode significar o desejo de deixar de fumar, para isso basta procurar a ajuda certa. Actualmente, cerca de 1,5 milhões de portugueses são fumadores. Estudos indicam que o número de mulheres fumadoras tem vindo a aumentar, ao contrário, os homens tendem a deixar mais o tabaco. São eles que procuram mais ajuda. A faixa etária dos fumadores vai dos 25 anos até aos 44, embora hoje haja tendência para se começar a ter este vício cada vez mais cedo. Os jovens iniciam as suas experiências de forma prematura, havendo maior risco de levarem este tipo de hábitos para o resto da vida. O vício do tabaco denomina-se de tabagismo, esta é uma toxicomania caracterizada pela dependência física e psicológica de nicotina e tem um efeito estimulante no indivíduo. Fumar também pode ser encarado como um acto que “está na moda”, na medida em que como toda a gente fuma, nós também temos de o fazer porque senão, em determinados grupos, já somos olhados com desdém.



O uso do tabaco remonta ao ano 1000 a.C. As sociedades indígenas da América Central usavam-no para desenvolver os seus rituais. A planta tem o nome científico de Nicotiana Tabacum, que faz parte do grupo nicotínico, e é originária da América onde era usada, antes da descoberta desse continente, devido aos seus efeitos alucinógenos. A partir do século XVI, o seu uso disseminou-se pela Europa, em parte, devido à crença no seu valor terapêutico. Jean Nicot, diplomata francês, foi quem o introduziu no continente, ao usá-lo para curar as enxaquecas de Catarina de Médici, a então rainha de França. Apenas no final do século XIX se iniciou a industrialização do tabaco sob a forma de cigarro. Crê-se que este surgiu das navegações transatlânticas, durante as quais eram apanhados os restos de tabaco, que estavam a ser transportados para a Europa, e eram enrolados em papel. Começando por ser um consumo de marinheiros, pensa-se que em 1800 já se tinha alargado a outros estratos sociais na Península Ibérica e no Mediterrâneo.



A região Centro é considerada o local com menos taxa de fumadores, apenas 12,7% o é. Também neste local, o consumo de tabaco tem aumentado entre as mulheres. Este é mais um sinal da tardia emancipação feminina. As mulheres estão agora na sua fase madura desta condição, por isso estão a tomar atitudes que no passado apenas eram permitidas aos homens.



Além da carteira, a saúde é a principal vítima da inconsciência dos fumadores. O tabaco provoca a DPOC (doença pulmonar obstrutiva crónica), uma das doenças que causa maior número de mortos em Portugal e a mais grave de todas, originada pelo tabaco. É uma doença pouco conhecida da população ao contrário do cancro do pulmão ou da asma. A doença manifesta-se a princípio com tosse todas as manhãs e ao longo dos anos revela-se com a falta de ar e o cansaço na execução das tarefas mais simples como subir escadas ou correr para apanhar o autocarro. O culminar desta doença é a falta de ar, mesmo em repouso, que levará inevitavelmente à morte.



Esta é uma visão muito pessimista do desfecho de um fumador. Pode-se pensar que isto não acontece de forma linear nem sistemática, mas o facto é que é o destino mais previsível. Cabe a cada pessoa evitar esta situação para a sua vida.

Joana Santos – Grupo 2




Um sopro de Cultura por entre os verdes da Serra…

http://www.umja.pt/#Home
Por Daniela Nogueira

Nascida da vontade e esforço conjunto de dois homens de garra, Valentim Nogueira e Antero Rodrigues, a quem hoje presta grandes e sinceras homenagens, a UMJA, apesar da sua tenra idade tem actualmente, uma grande história de vida para dar a conhecer.
Para muitos pode ser apenas “mais uma banda filarmónica” mas na verdade há muito mais para descobrir sobre esta pequena grande associação.
E se hoje a vida tem vindo a sorrir a esta iniciativa cultural, em tempos as coisas eram bem mais complicadas.



O sonho comanda a vida….

Como se costuma dizer, é preciso mais que vontade para se conseguir alcançar objectivos, mas este já é um belo princípio e foi graças a ele que a UMJA conseguiu vingar e crescer, mostrando que afinal com vontade, trabalho e muito sonho à mistura as coisas que nos parecem mais remotas e impossíveis, afinal são concretizáveis.
Com o sonho remoto de partilhar com todas as pessoas da terra o seu gosto pela música eis que Valentim Nogueira e Antero Rodrigues, decidem unir esforços e criar algo até ao momento impensável – uma banda filarmónica.
Com a ajuda de mais algumas “cabeças” conseguiram divulgar o tenro projecto pelos habitantes da pequena aldeia, rodeada pelo verde da serra do Caramulo, conseguindo cativar os seus primeiros alunos. Eram apenas três meninas, suspeitas até pelos laços de sangue que partilhavam com os organizadores do projecto, mas apesar de a adesão ser mínima isso não serviu para os desanimar. Muito pelo contrário.
A adesão daquelas três crianças era o sinal de que precisavam para continuar a lutar por um sonho que todos acreditavam nunca poder vingar.
Quem sabe se depois delas não viriam mais alunos juntar-se à pequena escola de música formada, “um pouco em cima do joelho” e, aí sim estaria alcançada a primeira vitória.
Com o passar dos tempos, a projecto foi ganhando pernas para andar e depois daquelas três meninas, mais crianças decidiram entrar também elas para a escola de música.
Como o número de alunos ainda era diminuto e o dinheiro, tal como ainda acontece hoje em dia, ainda era escasso, os primeiros alunos ingressaram no ano de 1995 na Sociedade Musical, Cultura e Recreio de Paços de Vilharigues, onde aí permaneceram durante cerca de três anos, até que finalmente o dia pelo qual todos esperavam chegou:
SOBREIRA, 11 de Janeiro de 1999. Finalmente haviam alunos suficientes para se formar uma Banda e foi então neste dia, que a Sobreira via nascer com grande orgulho a União Musical Juventude e Amizade (UMJA).



Um sítio no mínimo curioso para ensaiar


Apesar de todas as batalhas conquistadas havia ainda muitas por vencer e o primeiro obstáculo que se punha era onde ensaiar e dar aulas de música a tanta criança?
Já que tinham chegado até aqui, nem sequer se pensava em desistir e por isso mesmo arranjou-se um sítio provisório para ensaiar: a garagem de proprietário privado, que tocado com a força de vontade daquele grupo de pessoas em vencer, se mostrou disponível para ajudar.
A luta continuou e até há bem pouco tempo (Abril de 2009), o local de ensaios da banda continuava a ser a pequena garagem, onde se tornava cada vez mais complicado concentrar os inúmeros músicos que iam compondo a UMJA e, a sua sede continuava a ser uma pequena sala, numa cave de um café, também ela cedida pela boa vontade dos proprietários.
No entanto, quem espera sempre alcança e a meio do ano de 2009 a ARCUSPOF, uma associação local, decidiu compartilhar a sua novíssima sede com a UMJA e esta pôde finalmente dar aos seus músicos um lugar apropriado e com boas condições de trabalho onde para além da realização dos ensaios, se encontra a sede e escritório da colectividade e a escola de música.



Porquê UMJA?

Quando alguém diz este nome é raro o associar a uma banda filarmónica mas a verdade é que a UMJA é isso mesmo. Mas não é uma banda “normal”.
Composta por 35 executantes com idades compreendidas entre os “8 e os 32 anos” é portanto uma banda jovem e por isso mesmo queriam ser conhecidos por um nome jovial, um nome diferente e que fosse o espelho daquilo que se passa por trás das fardas e dos semblantes que carregam.
Então, UMJA porque são um grupo de União; unidos pela Música, constituída, claro, por Jovens e tendo como base a Amizade. São a União Musical Juventude e Amizade da Sobreira, dirigida desde Outubro de 2004 por um outro jovem, o maestro Pedro Serrano de 30 anos de idade e, que para além de dirigir a banda é também o monitor da escola de música. (http://www.umja.pt/#Maestro)



Não apenas uma Banda…

Depois da tempestade vem mesmo a bonança e que o digam os associados da UMJA. Depois de todas as “guerras” que tiveram de travar, esta Banda conseguiu o seu lugar ao sol e o reconhecimento do público.
Para além de serem de longe o “maior símbolo cultural da terra”, como afirmam vários habitantes com imenso orgulho nos rostos, quando o nome UMJA surge na conversa, “ao levarem o bom nome da aldeia por todo o país” nas várias festas e concertos que fazem, ela também tem outros organismos que surgiram a partir dela, nomeadamente o CulturUMJA, a Escola de Música, e o mais recente organismo, o COFETIM.
A Escola de Música foi o primeiro grande passo na expansão do universo UMJA e tem como grande objectivo a formação, de forma gratuita de novos músicos que poderão posteriormente ingressar na banda. Esta escola que começou apenas com três crianças, aquando da criação da UMJA, conta agora com 25 alunos, divididos por vários escalões, de acordo com as suas idades e o instrumento que pretendem tocar, e encontrando-se aberta a todos os que ali quiserem alargar ou iniciar os seus talentos musicais.
Esta escola de música não serve apenas para dar aulas mas também para, promover mais uma vez a cultura e incutir o gosto musical nos jovens. Assim sendo, a escola de música da UMJA promove ao longo do ano, vários concertos pedagógicos como os concertos de Natal, fim de ano lectivo, etc, sempre acompanhados com vários teatros musicais onde os alunos podem mostrar o que aprendem durante o ano e ao mesmo tempo tentar beneficiar o ambiente cultural da terra e do concelho.
Os outros dois organismos (o CULTUMJA e o COFETIM) surgiram com o objectivo de “levar à sua população e a todos os que nos cercam um pouco mais da cultura e educação tão importantes mas tão esquecidas, ou pelo menos menosprezadas nos dias que correm”, afirma a secretária da Direcção.


“Ao Encontro do Nosso Portugal”


“Ao encontro do nosso Portugal” é um dos muitos projectos desenvolvidos pelo CulturUMJA. Este núcleo tem como objectivo levar a cultura aos habitantes da pequena aldeia situada no coração de Lafões, entre os verdes da serra do Caramulo, proporcionando todos os anos um passeio a uma região diferente do nosso país, o qual foi intitulado de “ao encontro do nosso Portugal…”, estimulando assim o turismo dentro de Portugal e também vários momentos agradáveis para quem neles participa.
Até à data o CulturUMJA, que nasceu em 2004, já realizou vários passeios, como por exemplo a ida a Arcos de Valdevez ou à serra do Marvão, aos quais tem sempre uma enorme adesão.
Nas últimas duas actividades realizadas “houveram pessoas que já estavam a reservar o seu lugar para o ano seguinte, mesmo não sabendo qual seria o destino desse ano.”, afirma um dos elementos do núcleo.
Para além destes passeios anuais, o CulturUMJA está encarregue de outras actividades, todas elas, direccionadas para a cultura, como por exemplo idas ao teatro, como aconteceu com a ida a Lisboa para assistir à peça “Jesus Cristo Superstar” de Felipe La Feria, a colaboração em festas concelhias ou mesmo na própria aldeia, sempre organizadas em parceria com a direcção ou o COFETIM.
Já o COFETIM é o mais novo núcleo cultural da UMJA, tendo sido criado apenas em 2009 e serve de apoio à entidade principal – UMJA.
Este núcleo tem como grande objectivo a realização e a angariação de fundos para o Festival de Bandas Filarmónicas TIM, que acontece anualmente no segundo fim-de-semana de Setembro.
Para conseguir realizar este festival, o COFETIM para além de contar com a ajuda de vários patrocinadores, promove vários eventos durante o ano, como torneios de futsal, vários totosorteios, onde são postos em “leilão” produtos regionais, concursos de dança, etc, tudo para permitir que esta festividade seja conseguida.
No decorrer do evento é habitual o COFETIM realizar uma exposição de artesanato no recinto da festa, onde são convidados vários artesãos a exporem os seus trabalhos, “incitando assim o consumo daquilo que se faz de melhor na nossa terra”, tal como afirma uma representante do núcleo, mas também momentos musicais “com vários conjuntos portugueses” que actuam durante a noite, prolongando a festa assim pela madrugada.
O último dia de festa é sempre diferente e mais direccionado para as comemorações da Banda. Este dia fica marcado por uma missa solene ao ar livre “ onde se presta homenagem ao seu maior fundador, Valentim Nunes Nogueira, entretanto já falecido” e acaba com o festival TIM (TIM novamente em homenagem a Valentim Nunes Nogueira) que consiste num concerto onde actuam várias bandas convidadas e também a banda anfitriã.



Sempre a dinamizar novos projectos…

Como se pode comprovar a UMJA não é uma banda de música igual a tantas outras visto que está constantemente a dinamizar novos projectos.
O último aconteceu, no dia 18 de Abril, com a realização de um dia radical
Para promover mais uma vez a união e a amizade entre os executantes, a direcção da UMJA, mostrando que também ela é capaz de realizar novos eventos, realizou um dia dedicado ao paint-ball, onde participaram mais de duas dezenas de músicos da banda, que se divertiram bastante com esta iniciativa, acompanhada depois com um almoço convívio, onde pairou no ar a ideia de que mais iniciativas como esta irão surgir brevemente. (http://www.umja.pt/#Galeria)


Mais um passo em frente…

O ano de 2010 vai ficar para sempre marcado como um ano de viragem para a UMJA. Depois de tanto batalhar para conseguir brilhar, ela vai conseguindo aos poucos e poucos mostrar que ainda há muito para fazer e conquistar.
Depois de finalmente conseguir ter o seu espaço – a sede -, de conseguir organizar uma escola de música, de fundar vários núcleos culturais e de “impor” o seu nome no panorama cultural da região de Lafões, eis que surge uma nova vitória: a aquisição do novo fardamento.
Foi assim, em tons de cinza em detrimento do azul e, de bordeux, que os músicos desfilaram mais uma vez sob o olhar atento e orgulhoso de todos os habitantes da pequena aldeia da Sobreira, no passado dia 25 de Abril envergando a sua nova farda, conseguida unicamente com os seus esforços e dedicação.
No entanto, para quem pensa o contrário, o caminho da UMJA está longe de acabar. O objectivo desta banda é querer sempre mais. É querer ser vista por todos e nunca ser esquecida.
Para isso mesmo também já têm vários sites Web disponíveis tais como o site www.UMJA.pt, ou o seu próprio hi5 e facebook, que são o espelho de uma banda de música jovial e atenta às mudanças do nosso novo mundo tecnológico.
Assim sendo, a UMJA surge hoje não só como um projecto musical com o intuito de aproximar e juntar jovens com as mesmas aspirações, mas também desenvolve outras dinâmicas que permitem aos sócios e à população participar em variadas actividades recreativas.
Podemos, com toda a certeza, afirmar que a UMJA é um exemplo de coragem, de luta, de sobrevivência e para todos os seus associados e elementos um grande motivo de orgulho. É um exemplo de que com esforço e dedicação tudo se consegue e que ainda vale a pena sonhar!


O Manter da Tradição

         Possivelmente originária do povo romano, a população de Antanhol sempre viu crescer a sua terra, rodeada de inovação e mudança. Aquela que era uma aldeia pouco conhecida nos arredores de Coimbra, mostra-se agora uma freguesia dotada de aspectos económicos e sócio – culturais em ascensão mantendo tradições centenárias, como a apanha da azeitona.

            A antiga Quinta do Moleirinho, palco de várias tradições, encerrava um imenso pinhal que servia de sombra as casas de pedra que por ali existiam. Actualmente, paira no ar o cheiro a mentol derivado dos eucaliptos que engoliram o pinhal. Toda a madeira que existia proveniente dos pinheiros tinha dois destinos: era vendida às serrações, para uso no ramo da construção ou acabava na lareira dos que trabalhavam a terra. E assim o pinheiro foi desvanecendo no horizonte, uma vez que, após cortado nunca mais voltaria a crescer.

             O moinho de vento situado a norte, era o local de um dos mais importantes serviços da época. O moleiro era o homem encarregue de visitar todos os sítios circundantes à quinta, de modo a recolher o milho e o trigo das pessoas que quisessem, transportá-lo para o moinho e então proceder à moagem, levando-lhes mais tarde o produto final, a farinha. Através desta tarefa essencial para a sobrevivência dos populares, emergiu o nome da quinta que voltou agora às origens das suas tradições.

            A quinta está agora transformada em ruas e ruelas, cantos e caminhos que vão dar à horta que ainda hoje é trabalhada para uso doméstico. A meio do Outono, o ritual centenário da apanha da azeitona emerge novamente após 12 anos parado devido a condições climatéricas que fizeram do fruto incomestível e pouco abundante. Ainda assim, pardais, piscos e tentilhões que por ali vão esvoaçando não são uma ameaça, apesar de gostarem de outros alimentos que estão semeados.    

            Num sábado de manhã, com os raios solares a espreitar nas frestas entre as árvores, a família que reside na Rua do Marcolino, sai em direcção às oliveiras com mais de 150 anos. De botas de borracha até ao joelho, vestidos com roupa tingida pelo uso pegam numa vara comprida, “varejão”, para começar a primeira fase da apanha. A azeitona ainda não está negra, e já ultrapassou o verde-claro, estando no ponto exacto para a colheita.

            O homem mais velho carrega o escadote de madeira às costas e o seu filho teima em levar o serrote manual, que irá servir para cortar os ramos da árvore numa fase mais avançada. Os bocados de tecido chamados panais, já estão estendidos, prontos para receber os ramos. Assim que começam a cair é preciso ter cuidado para não pisar nada, visto que a azeitona esborrachada pinta de imediato a cor roxo - tinto em tudo que toca.

            Horas depois, os “poçeiros”, pesados baldes prontos para o transporte, estão cheios até ao cimo, as sandes de febra assada já foram comidas e a azeitona está pronta a ser preservada.
          
           No passado a azeitona era conservada em recipientes de madeira, as “tulhas”, disposta em várias camadas, alternando com camadas de sal. Era este o único método fosse o fruto para ser servido à mesa ou para ser transformado em azeite, sendo que na actualidade pode também ser mantido em água.

           Assim o alimento tem dois destinos certeiros e a família Varandas conta os seus próprios truques. Para as refeições, azeitona retalhada, ou seja, cortada com quatro golpes, escaldada em água a ferver, escorrida, seca e temperada com sal, louro e alho. Para fazer azeite, já não há muito a fazer no local uma vez que os lagares que antigamente eram utilizados já não apresentam condições de uso e a azeitona é assim movida para outra freguesia

Soraia Santos
Grupo 2


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