segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Entrevista: Visões Artísticas

Visões Artísticas

 
Rodolfo Silva é aluno da Escola Superior de Educação de Coimbra e frequenta o curso de Teatro e Educação desde 2007. Também está inserido na Tuna “K&Batuna”. Acha que o teatro é uma forma de arte e apesar das questões em termos de mercado estarem um pouco “negras”, pretende prosseguir a sua carreira profissional nesta área.
Por Andreia Monteiro

 
Andreia Monteiro: O que é para ti a arte?

Rodolfo Silva: A arte é uma forma milenar da humanidade se expressar culturalmente e de comunicar com sociedades diferentes.



A.M: Sendo que és do curso de Teatro e Educação, para ti, o teatro é uma forma de arte?

R.S: Sim. O Teatro é sem dúvida uma forma de arte.



A.M: Porquê?

R.S: Porque vai através das várias vertentes teatrais intervir junto da sociedade, comunicar, exprimir algo, que acaba por ser associado àquela sociedade.



A.M: Como achas que o resto das pessoas vê o Teatro?

R.S: Penso que, no geral, as pessoas só vêem o Teatro como uma forma de entretenimento.



A.M: Interessas-te por mais algum tipo de arte?

R.S: Sim, por muitas. Mas destaco talvez a música.



A.M: Pertences à Tuna. Como é que a enquadras no Mundo artístico?

R.S: Enquadro-a como uma vertente estudantil de se expressa através de música tradicional portuguesa.



A.M: Quando actuam, qual é o vosso objectivo? O que pretendem transmitir ao público?

R.S: Queremos partilhar o nosso espírito académico e vivências estudantis com o público não só como forma de entretenimento mas também como enriquecimento cultural.



A.M: Achas que esse objectivo difere com os autores de outros tipos de arte?

R.S: Cada grupo que se exprima através da arte terá certamente objectivos diferentes, mas sempre com o mesmo alvo, o público.





A.M: Pretendes fazer do Teatro profissão?

R.S: Apesar de ver a situação da área um pouco “negra”, pretendo fazer carreira no Teatro.



A.M: Em termos artísticos, se pudesses mudar alguma coisa, o que farias?

R.S: Depende sempre dos interesses gerais e da minha disponibilidade. No entanto, tudo o que pudesse fazer diferente, seria sempre para melhor.






2º ano
Comunicação Social




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