sábado, 24 de dezembro de 2011

Cinema


Entrevista





Patrícia Gouveia tem 18 anos, frequenta o 1º ano de Comunicação Social e como fã de cinema que é, dá-nos a conhecer as razões pelas quais esta arte tanto a fascina.









Posts de Pescada: Começaste a interessar-te por cinema com que idade?

Patrícia Gouveia: Comecei a interessar-me por cinema quando tinha à volta de 13 anos. Sempre gostei muito de filmes e ver uma estreia numa tela enorme, numa sala igualmente grande, entusiasmava-me muito com aquela idade, talvez porque a partir daquela altura começava a entender minimamente como as coisas funcionavam.



Posts de Pescada: Qual o primeiro filme que viste no cinema?

Patrícia Gouveia: O primeiro filme que vi no cinema foi o Hotel Ruanda quando estava no 7º ano. Lembro-me que foi numa sala pequena comparativamente às salas que hoje em dia se vêem. Foi no âmbito da disciplina de História, o professor achou que era interessante para nós vermos, pois conciliava a matéria dada na altura.




Posts de Pescada: Actualmente com que frequência vais ao cinema?

Patrícia Gouveia: Actualmente, vou ao cinema pelo menos uma vez por semana pelo prazer de ver as histórias narradas nos filmes e porque, na minha opinião, sendo o cinema a sétima arte e nós como seres humanos somos seres culturais, necessitamos de alimentar a nossa cultura.
 O ser humano para ser um ser completo precisa de ter uma visão global do universo e o cinema é uma excelente forma de dar a conhecer o mundo para além do que vemos a olho nu.



Posts de Pescada: Que tipo de filmes mais te fascinam?

  Patrícia Gouveia:  Adoro os mais variados tipos de filmes mas aqueles que prendem o meu olhar ao ecrã são as comédias românticas. Adoro passar um bom bocado no cinema e penso que esse tipo de filmes é perfeito para proporcionar isso mesmo porque, para além de a realidade estar retratada, é divertido ver as personagens desenvencilhar-se das suas peripécias.




  Posts de Pescada: Qual o teu filme preferido? E o que menos gostaste?

  Patrícia Gouveia:  Não tenho nenhum filme preferido, mas se tivesse que escolher um dos que eu mais gostei seria PS- Eu Amo-te. Foi o único filme que, confesso, me fez chorar. A história está muito bem escrita pois tive o prazer de ler o livro, embora alguns pormenores importantes escapam no filme.
   Contudo, o essencial do livro foi transportado para a obra cinematográfica, fazendo com que fosse um dos melhores filmes de 2007 (ano em que este saiu) e um dos meus favoritos.




Posts de Pescada: E o que menos gostaste?

Patrícia Gouveia: O filme que menos gostei foi, o recentemente lançado, Anónimo. É um filme que fala sobre a especulação por detrás das peças de Shakespeare. Na minha opinião, achei o filme um pouco confuso, pois as personagens retrocediam no tempo sem que os espectadores dessem conta, fazendo com que fosse mais difícil perceber o sentido da história.




Posts de Pescada: Qual o filme que mais te marcou?

Patrícia Gouveia: O filme que mais me marcou foi Um Amor Para Recordar. A história foi escrita pelo grande Nicholas Sparks que tem inúmeros livros de sucesso como por exemplo O Diário da nossa Paixão, As Palavras Que Nunca Te Direi, e muitos mais. Um Amor Para Recordar é um filme inspirador com uma história tocante e ao mesmo tempo simples. Conta a história de um rapaz popular da escola que só se metia em sarilhos e que começou a conviver por obrigação com a rapariga solitária e sem amigos. Estes começam a apaixonar-se até que ele descobre que ela tem cancro. É um filme marcante pois é uma lição de vida e mostra que o amor pode realmente mudar as pessoas.



Posts de Pescada: Na tua opinião, com a possibilidade que a Internet nos dá de podermos assistir a filmes de forma gratuita, achas que o cinema está a perder “fãs”?

Patrícia Gouveia: Sim, de facto crise económica que se faz sentir actualmente levou a que houvesse um decréscimo de pessoas a frequentar os cinemas, uma vez que podemos tirar os filmes da internet sem qualquer custo. 
No entanto, é bom ver as empresas cinematográficas lutando contra isso, criando promoções e campanhas publicitárias para chamar a atenção do público, de maneira a que este frequente mais as salas de cinema.
O cartão zon é um bom exemplo disso, desde que este entrou em vigor, tornou-se mais económico ir ao cinema. Assim, é possível ver que a sétima arte tem vindo a ganhar novos fãs e adeptos.






Fábio Aguiar 
Redacção 1


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