terça-feira, 9 de outubro de 2012

De volta às ruas, pelo país!

Lá foram os Portugueses mais uma vez. Mais uma luta. Mais uma manifestação, desta vez convocada pela CGTP. Terreiro do Paço foi o palco principal. Transformou-se após muitos anos no Terreiro do Povo!

Milhares de trabalhadores deslocaram-se de todo o país, a pé, de autocarro, mota ou bicicleta. Foi decerto a maior manifestação dos portugueses nos últimos anos. Neste momento é necessária uma mobilização geral, desprezando a violência. Comportamento gera comportamento, logo a resposta do nosso Governo seria ainda mais violenta no sentido de continuarem a impor as medidas de austeridade, que só atingem os mais pobres e os que realmente trabalham por este país.

A verdade é que, o nosso querido PM, cada vez nos tira mais. Dinheiro, saúde e firmeza! Ainda dizem que os pitbull são uma raça perigosa. Perigosos são as centenas de homens que governam este pequeno país.

Sinceramente… Reduzam nos amigos deputados e não no pouco dinheiro que cai ao fim dos meses no bolso dos portugueses. Deveria chamar-se esmola, não salário. Cada vez são mais impostas medidas de austeridade. Este Governo vai levar o país à miséria.

Como eu e os outros milhões de portugueses somos uns “piegas unidos” há uma necessidade de mais intervenção cívica, para que juntos possamos acabar com esta austeridade que nos destrói, uma dívida que aumenta e uma economia que empobrece a cada dia que passa!

Deparo-me com o incrível, vieram quase todos parar ao Parlamento peritos em habilidades, no entanto não são minimamente inteligentes para perceber que está na hora da despedida. Para quando uma mudança? Até agora tem sugado os mais pobres e aqueles que vivem apenas do seu trabalho. Já estamos quase como os animais de circo. Vivem a vida a ser domados, mas um dia revoltam-se. Existe um limite. Não podemos perder a esperança, indignação e revolta. Continuemos a lutar povo, vamos impedir este governo antes que ele nos pare a nós!

Como disseram há 32 anos atrás no mesmo local: “Se isto não é o povo, onde é que está o povo?” 

por: Sofia Sousa

 *Este artigo foi redigido ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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